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Hoje é a final do Big Brother Brasil e sobrou apenas uma, das 9 mulheres, a lindíssima Dra. cirurgiã dentista, Fernanda Cardoso de 28 anos


Ontem na véspera da grade final, Pedro Bial perguntou de cada jogador por que merecia ganhar R$ 1,5 milhão, “Por que lutei muito, superei meus limites”, diz Fernanda. Esse mulherão teve seus altos e baixos dentro da casa, como achar que Uiliam não era tão negro “assim” e zelar pela imagem do namorado evangélico ao ser convocada a dançar a “bundinha maluca”.

Resumão da Fernanda: Venceu a primeira prova de resistência, permitindo então, que a Joseane (da 3ª edição) pudesse participar desta nova edição do BBB. Sempre linda, passou muitos momentos sorrindo, mesmo quando teve oportunidade de ligar para o suposto namorado se declarando e ouvir apenas um “tá”. Rolou o episódio do pum, onde a loira não gostou nada dos comentários da Lia. Depois de uma liderança, recebeu uma carta da família onde estava escrito em Caps Lock (caixa alta) que estava solteira. A loira ficou um pouco triste e confusa no início, mas depois virou uma tigresa atacando até o Serginho, que se diz gay. Bebeu todas, rebolou muuuuito nas festas e suspirou pelo Cadu, o que deixou a Lia enfurecida.

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Ricky Martin revela sua homossexualidade em carta publicada no seu site oficial


O cantor portoriquenho Ricky Martin, aos 38 anos assumiu publicamente hoje, dia 29, sua opção sexual através do seu site oficial. Em trecho diz “Hoje aceito minha homossexualidade como um presente que me dá vida. Sinto-me abençoado por ser quem eu sou!”.

Esta revelação ocorreu por Ricky Martin estar escrevendo sua biografia. “um projeto que sabia que seria um fato verdadeiramente importante para mim porque desde que escrevi a primeira frase me dei conta que seria a ferramenta que ajudaria a liberar-me de coisas que vinha carregando há muito tempo”, diz o cantor pai de dois meninos gêmeos, fruto de uma inseminação artificial.

Leia toda a declaração de Ricky (em português):

“Nos últimos meses me dediquei à tarefa de escrever minhas memórias. Um projeto que sabia que seria um fato verdadeiramente importante para mim porque desde que escrevi a primeira frase me dei conta que seria a ferramenta que ajudaria a liberar-me de coisas que vinha carregando há muito tempo. Coisas que pesavam demais. Escrevendo este minucioso inventário da minha vida, me aproximei a minhas verdades. E isto é de comemorar!

Se existe um lugar que me enche porque estremece minhas emoções, é o palco, é meu vício. A música o espetáculo, o aplauso, estar frente a um publico me faz sentir que sou capaz de qualquer coisa. É um tipo de adrenalina e euforia que não quero que deixe de correr por minhas veias, jamais. Se vocês, o publico e a musa me o permitem, espero continuar nos palcos muitos anos mais. Mas hoje a serenidade me leva a um lugar muito especial, de reflexão, compreensão e muita iluminação. Sinto-me livre! E o quero compartilhar.

Muitas pessoas me disseram que não era importante fazê-lo, que não valia à pena, que tudo o que trabalhei e tudo o que tinha conseguido entraria em colapso. Que muitos neste mundo não estariam preparados para aceitar minha verdade, minha natureza. E como estes conselhos vinham de pessoas que amo com loucura, decidi seguir adiante com minha “quase verdade”. MUITO MAU. Deixar-me seduzir pelo medo foi uma verdadeira sabotagem a minha vida. Hoje me responsabilizo por completo de todas minhas decisões, e de todas minhas ações.

E se me perguntassem no dia de hoje: Ricky, o que lhe dá medo? Responderia-lhes – “o sangue que corre pelas ruas dos países em Guerra, à escravidão sexual infantil, o terrorismo, o cinismo de alguns homens no poder, o seqüestro da fé”. Mas medo a minha natureza, a minha verdade? NÃO MAIS! Ao contrário, estas me dão valor e firmeza. Justo o que preciso para mim e para os meus, e mais agora que sou pai de duas criaturas que são seres de luz. Tenho que estar a sua altura. Continuar vivendo como o fiz até hoje, seria ofuscar indiretamente esse brilho puro com o qual meus filhos nasceram. BASTA JÁ! AS COISAS TÊM QUE MUDAR! Estou certo que isto não se supõe que passasse em cinco e nem há dez anos. Isto se supõe que aconteceria hoje. Hoje é meu dia, este é meu tempo, meu momento.

Que acontecerá a partir de agora? Quem sabe. Só posso focar no que estou vivendo agora. Esses anos de silêncio e reflexão que me fortaleceram e me recordaram que o amor vive dentro de mim, que a aceitação a encontro dentro de mim, e que a verdade só traz calma. Hoje para mim o significado da felicidade toma outra dimensão.

Foi um processo muito intenso, angustiante e doloroso, mas libertador. Eu juro que cada palavra que estão lendo aqui nasce do amor, purificação, fortaleza, aceitação e desapego. Que escrever estas linhas é a aproximação da minha paz interior, uma parte vital da minha evolução. Hoje ACEITO MINHA HOMOSSEXUALIDADE como um presente que me dá vida. Sinto-me abençoado por ser quem eu sou!

RM



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Velocidade!? É com a Hellé Nice. Saiba um pouco sobre a história dessa grande pioneira das pistas


Nos dias 13 e 14 de março, a cidade de São Paulo receberá a corrida de abertura da temporada 2010 da Fórmula Indy. Mas qual o interesse em comentar sobre um esporte tão associado ao universo masculino num blog dedicado ao universo feminino?

Pois esta é uma oportunidade para se falar sobre uma das pioneiras das pistas, que competiu nesta cidade no ano de 1936. Isso mesmo, 1936! Muito antes das feministas idealizarem o Bra-Burning (que de fato, nunca ocorreu…).

No dia 12 de julho de 1936, disputou-se no Jardim América o I Grande Prêmio Cidade de São Paulo, que contou com a participação de pilotos brasileiros e estrangeiros, entre eles os italianos Carlo Pintacuda e Attilio Marinoni, respectivamente 1º e 2º colocado na prova, o argentino Vittorio Coppoli, vencedor do “Circuito da Gávea” realizado um mês antes, o diplomata brasileiro Manuel de Teffé, e a piloto francesa Mariette Hélène Delangle, mais conhecida como Hellé Nice (foto abaixo).

Antes de se aventurar nas pistas Hellé fez seu nome nos palcos. Ainda adolescente deixou a pequena vila de Aunay-sous-Auneau, onde nasceu em 1900, para ganhar a vida em Paris. Conseguiu um emprego de dançarina e tornou-se conhecida em pouco tempo. Em 1926, viajou com seu parceiro Robert Lisset, realizando apresentações em cabarés por toda Europa.

Mas, uma fratura no joelho enquanto esquiava, deu fim a sua carreira na dança. Apaixonada por carros e velocidade, Hellé decide competir. É importante esclarecer que Hellé não foi a primeira mulher a competir. Nos anos 20 já haviam provas femininas e mulheres que já competiam (e venciam!) provas mistas, como Charlotte Versigny, campeã do Grande Prêmio de la Baule, em 1927.

Hellé estreiou nas pistas com vitória, em 1929, num prova feminina no Autodrome de Montlhéry. A fama a levou aos Estados Unidos onde participou de diversas corridas. De volta a Europa, foi apresentada a Ettore Bugatti, que a levou para sua equipe. Em 1931, Hellé começou a competir com homens nos Grandes Prêmios, sempre exaltando sua feminilidade.

Em 1936, Hellé pisa em solo brasileiro, causando espanto: uma mulher que pilotava, fumava em público, usava calças e biquíni era demais para o Brasil dos anos 30.

Hellé disputou o Circuito da Gávea, terminando na 8ª posição, e como os demais participantes, foi convidada a disputar a primeira prova paulistana.

Em São Paulo, a francesa manteve-se na terceira posição por quase toda corrida até sua parada para reabastecer. No retorno a pista inicia uma disputa pela terceira posição com brasileiro Manuel de Teffé, até que se envolveu num terrível acidente. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu. Um soldado, um fã ou uma briga entre torcedores obrigou os pilotos a desviarem. Teffé, que corria pela direita, desvia e cruza a linha de chegada em terceiro lugar, mas Hellé, que vinha pela esquerda, atropelou uma pessoa e perdeu o controle de seu Alfa Romeo. Após bater num fardo de alfafa seu carro foi lançado sobre o público, e Hellé arremessada para fora dele. O acidente resultou em 6 mortos e 34 feridos. Hellé, que caiu sobre um soldado, sobreviveu. Ele morreu no impacto.

O acidente a transformou numa heroína, o que teria motivado muitos pais a batizarem sua filhas como Helenice.

Após o acidente Hellé ainda participou de um enduro por 10 noites e 10 dias com outras quatro mulheres, mas uma série de incidentes, entre eles a morte Bugatti e a acusação, mesmo sem provas, de que teria auxiliado os nazista durante a ocupação da França durante a Segunda Guerra, impediram Hellé de participar novamente de uma competição oficial.

A grande sensação das pistas dos anos 30 morreu anônima em 1984.

* Foto by Wenny118 e Leva na esportiva*

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Fonte da pesquisa:

Grande Prêmio Cidade de São Paulo

http://www.bandeiraquadriculada.com.br/GP%20Cidade%20de%20SP_1936%20-%20c.htm#8

http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u700351.shtml

Hellé Nice

http://en.wikipedia.org/wiki/Hell%C3%A9_Nice

http://historiasdaformula1.blogspot.com/2009/08/helle-nice-cabare-escandalo-e.html

http://www.gptotal.com.br/2005/Colunas/Alessandra/20051130.asp

Autodrome de Montlhéry

http://paris-autodrome.over-blog.com/article-18710906.html


Diarista Danni



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