Categoria ‘.: Discutindo a relação :.’


Namorado de aluguel


O serviço diferenciado de “namorado de aluguel” permite que uma moça solteira escolha por meio de fotos online o suposto parceiro temporário. Além disso, o perfil do gato fica também disponível para que a moça tenha certeza que seus gostos são parecidos.

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Apesar do serviço ser “moderno” sexo e intimidades não fazem parte do pacote.

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Geralmente as moças que alugam os tais namorados escolhem este tipo de serviço pela companhia em datas comemorativas, como aniversários e festas, como visita na casa dos familiares.

O serviço é tão cobiçado pelo fato da pressão dos pais chineses que pressionam seus filhos a se casarem logo. Mas para alugar um desses serviços, o valor pode chegar até R$ 1.300, por um período de 10 dias.

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Informações adicionais:

Imagem: Brandon Christopher Warren

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Beyoncé dá dicas para apimentar o casamento


A cantora Beyoncé, por incrível que pareça, também inova para surpreender o maridão Jay-Z.

Em uma entrevista concedida para a “Cosmopolitan”, a cantora disse que tem suas táticas e dá dicas para as casadas “Coloque uma boa música e algo que faz você se sentir muito bem. Adoro um salto, salto agulha com um vestido lindo e sexy”, e completa “Nunca seja previsível. Misture-se. Surpreenda-o. Mude seu cabelo. Seja a mulher que ele conhece com um pouco de loucura”. A cantora ressalta também que a base de um bom relacionamento é a confiança: “Você pode ser linda, mas se não está segura em si mesma, não se mostra sexy”.



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Quem deve pagar a conta?


Essa pergunta sempre rola nas rodinhas de amigos de ambos os sexos! Pelo menos, tanto amigas quanto amigos me perguntam isso.

Na sociedade machista em que vivemos, MUITOS caras ainda se sentem na obirgação de pagar a conta, sempre. Outros, pelo menos, pagam nas primeiras vezes e tal…. Só que INFELIZMENTE ainda existem aqueles que pagam UMA VEZ e NUNCA MAIS, ou NÃO PAGAM. Vamos analisar todos os casos? Partindo do princípio em que vc trabalha e ganha dinheiro, assim como ele.

SEMPRE PAGAM – O cara não deixa vc pagar um chiclete que seja. Nas primeiras vezes é até bonitinho fazer tanta questão. Depois de um tempo, eu – TRADUÇÃO: que trabalho, tenho meu dinheiro – fico me sentindo sustentada. Se o cara tem MUITO MAIS condição que vc, só quer ir para locais caros… então nada mais justo que ele arcar. Fora isso, acho esparro!

PAGAM NO INICIO – tá saindo com o cara as primeiras vezes, ele quer fazer um “galanteio”… Tudo bem. Depois^que o namoro engrena, é JUSTO vocês DIVIDIREM a conta.

PAGAM UMA VEZ E NADA MAIS – Acredite amiga, eu já passei por isso! O cara sai com vc, paga a conta, faz questão. Depois, vocês começam a fazer passeios gratuitos ou a namorar no prédio pq ele está sem dinheiro. Vc, com pena, diz que banca uma saída. Ok, ele diz que na próxima ele paga. E essa próxima tá demorando muito de acontecer? Virou o mês e nada? ALERTA ESPARRO! Existem MUITOS caras que adoram serem sustentados e isso acaba virando rotina.

NÃO PAGAM – Vc tá paquerando o bofe via msn, telefone e etc. Ele vai te ver no seu prédio e nada de combinar pra sair – ou combina e por mil motivos o passeio não rola. (sim, isso também já aconteceu comigo!). NEM PENSE em bancar a saída! ESPARRO NA CERTA. Se vc gosta de sair então, sente falta, sempre vai terminar bancando ele. Cuidado também com aqueles que vão ao banheiro na hora, pedem pra vc colocar no cartão ou esquecem a carteira em casa!

De todas as formas, eu sempre procuro DIVIDIR A CONTA. Nada mais justo se as duas pessoas têm condições financeiras parecidas. Se vc namora com o cara faz tempo, podem revezar, mas com cuidado! Lembre dos alertas esparro!

Agora uma coisa que eu acho BIZARRA em todos os sentidos: É mulher que trabalha e tem condição nem fazer MENÇÃO de pegar na bolsa para pagar a conta, nem que por charme. Ser sustentada por homem é uwó, amiga! Acredite. Tenha seu dinheirinho mesmo que seja para tomar um sorvete!

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Fonte: Escrito por Paula do Mulherzinha – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

Imagem: hto2008



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A verdadeira realidade entre homens e mulheres




1 comentário.. e você, não vai opinar? »


Entenda o significado das posições do casal na cama


O jeito que um casal dorme não basta para mandá-lo ao divã (ou ao advogado). Mas que o corpo fala, fala. “A leitura corporal não é fechada e não tem significado universal”, diz o historiador Marcos Tadeu Cardoso* –que mesmo assim topou a brincadeira de analisar as posições abaixo, ao lado da psicóloga Marina Vasconcellos

À esquerda, a posição “abraço de lua de mel”, e à direita, “caranguejo”

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Abraço de lua de mel
Posição típica dos primeiros meses de relacionamento, é bem plástica, mas não exatamente confortável e quase impossível de ser mantida durante toda a noite. Coisa de quem acabou de fazer amor. Segundo Cardoso, significa “quero ficar enroscadinho em você”, “quero você”

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Caranguejo
Se os dois passam a noite como se estivessem fugindo um do outro (há quem durma com os pés na cabeça do parceiro) vale prestar atenção: a relação pode estar desgastada. Mas, claro, o alerta deve levar em conta não só a relação entre os lençóis, mas durante o dia todo. Às vezes pode significar apenas criatividade

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À esquerda, a posição “Chanel”, e à direita, a posição “colherzinha”

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Chanel
Os quadris se tocam, mas cada um vai para um lado, lembrando os dois “C” do logotipo da Chanel. É um estilo meio zen, que predomina depois de certo tempo de relação, quando o casal tende a resgatar alguma privacidade no sono. Os bumbuns ligados dizem “estamos próximos, mas cada um em seu espaço”

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Colherzinha
Também chamada de “conchinha” e “feijãozinho”, é a expressão óbvia de que os dois se encaixam. É o mesmo que dizer “completamos um ao outro”, interpreta Marcos Tadeu Cardoso. “Gostar de dormir assim, mesmo que só no início da noite, significa aconchego”, lembra a psicóloga Marina Vasconcellos

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À esquerda, a posição “abismo”, e à direita, a posição “telhadinho”

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Abismo
Embora essa posição, por si só, não seja sinônimo de crise conjugal, se o casal dorme todas as noites de costas um para o outro, pode ser um sinal de distanciamento entre os dois, de falta de vontade de estar junto, analisa a psicóloga Marina Vasconcellos, especialista em psicodrama e terapeuta familiar

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Telhadinho
Essa posição demonstra união, mas o distanciamento na região abdominal é um sinal inconsciente de falta de interesse sexual naquele momento. Outra “bandeira” é que cada um toca a ponta do lençol, como se quisessem cobrir as partes íntimas

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A posição “berço”, à esquerda, e a posição “a perseguição”, à direita

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Berço
Típico comportamento de união estável. A mão da mulher sobre o peito do homem, ele abraça ela, as cabeças ficam juntinhas. Isso demonstra aproximação e união, e ela se sente protegida literalmente debaixo da asa dele

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A perseguição
Nessa posição, a mulher demonstra que tem ou busca ter a posse do homem. Como o corpo do homem está em direção oposta, com uma leve inclinação que acentua um afastamento da mulher, reforça a ideia de que ele está buscando seu território pessoal

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À esquerda, a posição “ligados e livres”, e à direita, a posição “abraço de perna”

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Ligados e livres
O corpo da mulher inclinado para o lado oposto do homem, acompanhado de uma leve inclinação da cabeça, parece demonstrar que a mulher deseja ficar em seu canto, pelo menos naquele momento. A inclinação do homem demonstra atenção, mas como ele mantém certa distância, pode significar que deseja liberdade

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Abraço de perna
A mão da mulher, por baixo do homem, sinaliza que ela quer conquistar mais espaço. As pernas abertas também são sinal disso. Já a posição dele demonstra que está no seu espaço e não abre mão dele. A posição mostra certa ambivalência, como se os dois se tocassem por “acidente” (sem querer evidenciar o carinho)

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COMO DORMIR SÓ
Passar a noite com o corpo torto é passaporte para acordar com pesadelos. Isso sem falar nos prejuízos a longo prazo. Os vícios ao dormir podem ser o estopim para dores de cabeça e até artroses. Veja o jeito mais adequado para descansar:

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De bruços nunca
“Os especialistas são unânimes: essa é, de longe, a pior posição para dormir. Além de dificultar a entrada de ar e a oxigenação do organismo, ela gera tensão na nuca e na coluna. Além disso, a cabeça fica virada horas a fio em um ângulo de 90º. “Isso pode até evoluir para uma artrose precoce”, alerta o ortopedista Lafayette Lage, de São Paulo. Essa postura estica demais o pescoço e comprime uma artéria que passa sob a clavícula, o que pode dar dores de cabeça e formigamentos, pela falta de irrigação. No limite, pode levar a problemas nos nervos.

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De barriga para cima
“Não é a ideal, pois favorece o ronco e a apneia, as famosas paradas de respiração ao longo da noite. “Essa postura dificulta a abertura das vias respiratórias”, diz Gil Lúcio Almeida, presidente do Crefito-SP (Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo). Se você gosta dessa posição, os especialistas recomendam usar algum rolinho ou travesseiro sob a nuca e na altura da lombar, para acompanhar as curvas fisiológicas da coluna (principalmente se o colchão for muito duro).

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De lado
“Essa é a postura mais recomendada, mas com uma ressalva: as mãos devem estar abaixo dos ombros. Nessa posição, a cabeça e a coluna ficam alinhadas. Vale colocar um travesseiro fino entre os joelhos, para relaxar a musculatura. Se você dormir sobre as mãos, elas podem formigar pela falta de irrigação.

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Informações adicionais:

Fonte: Folha.com – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

Imagens: Letícia Moreira/Folhapress



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Diferença de idade: Mulheres mais velhas com homens mais jovens


Há uma questão que vem sendo levantada com freqüência pelas mulheres nos sites de relacionamentos: por que homens a partir de determinada faixa etária dão explícita preferência a jovens com idade de serem suas filhas ou netas?

Existe uma tendência a confinar mulheres menos jovens à marginalização amorosa. Acontece que a maioria das mulheres, aos 50 e até aos 60, que são vaidosas e pensam na saúde, estão se cuidando, e vale a pena assinalar que os 50 anos de hoje equivalem aos 40 dos velhos tempos, e assim por diante.

Mulheres de trinta, atualmente, são garotas, se comparadas às famosas balzaquianas (termo usado para as mulheres de 30 anos, a partir da obra de Balzac, escritor francês do século XIX). Hoje, provavelmente, Balzac falaria das mulheres de 40 anos e não mais nas de 30. As balzaquianas representavam a mulher em todo o seu esplendor, tanto físico quanto mental.

Ocorre de mulheres de 54 anos colocarem em seu perfil que têm 49. Podem fazê-lo, uma vez que não aparentam mais do que isso. O fato é que falseiam a verdade porque, quando são sinceras, não obtêm um bom resultado em suas tentativas de contato.




Uma delas conta que, às vésperas do primeiro encontro, resolveu dizer a verdadeira idade. Passou a ser execrada pelo parceiro, até então romântico e cheio de projetos para o futuro dos dois. Tudo foi pelos ares. O homem sentiu-se enganado! “Essa mulher mente; não é confiável”, deve ter pensado. Com efeito, o fato só se tornaria relevante se houvesse má fé por parte da mulher. Exemplo: se este homem lhe tivesse dito, claramente, que desejava ter filhos e que para ele a parceira deveria ter no máximo ‘X’ anos.

Homens que estão passando dos 50 são muito apreciados por mulheres a partir de 40 anos. Em algumas circunstâncias, porém, eles sentem necessidade de ter um filho justamente nessa fase, para provar a si mesmos e aos outros que nada perderam de sua virilidade. Essa reação dos homens frente ao passar dos anos é mais comum do que se pensa.

Os que são inseguros e narcisistas não têm condições emocionais de se aproximar de uma mulher com mais de 40, 45 anos. Ela lembraria a ele, pela própria idade, a fase em que se inicia o declínio da juventude que, se ele pudesse, adiaria para sempre. Já homens na faixa dos 30 não têm esse tipo de problema com mulheres dessa idade. É impossível projetar nelas o que ainda não os ameaça: a idéia do envelhecimento e da morte.

Outro fenômeno se observa com homens que se aproximam dos 60 anos: talvez por motivos psicológicos, precisam de corpos em que a perda do viço da juventude ainda não tenha se insinuado para que possam sentir-se sexualmente excitados. Querem um falso “espelho” que reflita o que eles já começaram a perder; por meio dessa identificação, experimentam uma espécie de júbilo vicário.

O comportamento discriminatório dos homens em relação a mulheres mais velhas chega ao ponto de eles sentirem certa repulsa diante delas. Basta,  para isso, que apresentem qualquer mácula em sua aparência – em geral, sinais de envelhecimento, como uma ruga, a pele menos viçosa, o corpo menos rijo, etc.

Vale ressaltar que a idade, antes um dado pessoal, está sendo divulgada na mídia com naturalidade. A pergunta “Quantos anos você tem?” já não causa constrangimento nem a quem a faz nem a quem se dirige. Essa curiosidade é tida como legítima e parece servir para avaliar as pessoas.

Quando se trata de uma mulher e a indagação parte de um homem aparentemente interessado nela, existe implícita a dúvida: “Será que vale a pena investir em você no mercado amoroso?”. Ora, diante de preconceitos e comportamentos deselegantes e prematuros, as pessoas têm o direito de silenciar ou mentir. Este não é um critério confiável para se avaliar alguém e, no entanto, muitas mulheres se culpam quando não são sinceras.

Aos 60 anos, embora você esteja atraente e sensual, talvez alguém resolva considerá-la velha e entenda que nessa idade não deve fazer ‘isto’ ou desejar ‘aquilo’. Aos 65, estará na estatística dos que entram na 3ª idade. Você se dobrará ao que a sociedade decidiu por você?

Cada fruto tem seu tempo de maturação e assim é também com o ser humano. Cada um tem seu momento para decidir se ficou idoso e do quê deve ou precisa abdicar. Enquanto o preconceito fervilha, é preciso ignorá-lo e seguir adiante norteada pelo próprio desejo e pela certeza de que, a essas alturas, é você quem deve saber o que é melhor para você.

Como o preconceito com a idade da mulher existe também em homens sensíveis e de bom nível intelectual, adota-se o padrão biológico para explicar esse fato. A preferência por parceiras jovens teria origem na própria espécie, já que o homem pode gerar filhos até uma idade bem avançada e por meios naturais, o que não acontece com a mulher. Haveria, então, como que uma tendência instintiva do macho para continuar a cumprir sua função de reprodução, visando ainda o aprimoramento da espécie humana; daí procurarem as fêmeas mais belas, jovens e sadias. Entre os animais irracionais, os tubarões são um bom exemplo: estão encarregados de eliminar peixes doentes e enfraquecidos pela velhice. Realizando uma verdadeira varredura nos oceanos, eles devoram os que não podem ou não devem mais procriar.

A pecha de que as mulheres procuram homens ricos, fortes e poderosos, relegando os outros a segundo plano, se explicaria, também, desse ponto de vista: pelo “instinto” de preservação que a mãe teria em relação à sua prole. Não se pode esquecer que o homem é o protetor ancestral da mulher e das crias.

Levando-se em conta várias pesquisas, concluiu-se que a beleza é uma dádiva genética que só alguns recebem e que leva a resultados surpreendentes. Provou-se que mulheres e homens bonitos são tratados com mais consideração e atingem os postos mais disputados em sua profissão mais facilmente que os outros. A beleza é, portanto, um elemento facilitador de sucesso em todas as áreas. Com o passar do tempo, porém, a beleza começa a se esvair. Também os hormônios se alteram: diminui o estrogênio e aumenta a testosterona. Foi provado que a presença do estrogênio em maiores níveis no organismo feminino é sentida pelo homem e o atrai nessa direção, mais uma vez, em função da procriação.

Até agora, tudo parece conspirar contra as mulheres de mais idade. Será isso mesmo? Que tal pensarmos nas vantagens que os homens têm ao se ligar afetivamente a essas mulheres?

1) Elas não têm mais o instinto para a procriação, uma vez que, em geral, já cumpriram essa função. Estão, por isso, mais atentas e disponíveis para outros aspectos prazerosos da vida.

2) Quando não são muito carentes e ansiosas é porque não se privaram de experiências amorosas. Se viveram um período de solidão, é quase certo que aprenderam o que é essencial para sua felicidade. E, de uma forma ou outra, tornaram-se mais compreensivas, tolerantes e generosas para com aquele que vierem a amar.

3) Elas estão se mantendo bonitas por mais tempo, graças a cuidados específicos e a recursos antes inexistentes. Mulheres sozinhas dispõem de mais tempo para dedicar-se à conservação de uma boa forma e preocupam-se em ser mais atraentes, explorando tudo que têm a seu favor para compensar a ‘desvantagem’  de já não serem tão jovens.

4) Enquanto os homens guiados – a bem dizer – por instintos biológicos e/ou narcísicos priorizam as experiências com jovens, mulheres da mesma faixa etária sabem poupar-se de experiências semelhantes, fadadas, quase sempre, ao fracasso. Na maioria das vezes, já viveram suas paixões e agora buscam uma relação sólida e amorosa, o que não subentende tédio e falta de emoção.

5) Muitas mulheres, de 45, 50 e até 60 anos, fazem reposição hormonal. Por técnicas artificiais de fecundação, uma mulher de 63 anos pôde dar à luz um filho absolutamente saudável, driblando os médicos, ao diminuir sua idade para 55, limite imposto para o tipo de procedimento usado nesses casos. Isso quer dizer que mesmo um indivíduo sem filhos pode tê-los com uma mulher de mais idade.

6) Com o tempo, muitos homens se dão conta do antigo desejo de terem uma mulher só para eles, e percebem que uma companheira saudável e de idade próxima da sua é a que pode realizá-lo nesse sentido. Com filhos criados e casados, muitas vezes já aposentadas, a convivência com essas mulheres é descoberta como sendo mais satisfatória do que a companhia mais exigente e trepidante da mulher de 20 ou 30 anos, com seu instinto materno a todo vapor.

A abordagem biológica nos afasta de outra, cujo peso é maior: o prazer.

Diferentemente dos animais, o ser humano sente desejo e busca realizá-lo. Sempre que o faz, em condições adequadas, o resultado é o prazer. Se a beleza e a juventude atraem o sexo oposto, não garantem de forma alguma a presença ou a manutenção do desejo, e, por conseguinte, do prazer. As fantasias humanas são as mais diversas e irão sempre se sobrepor em intensidade a qualquer instinto biológico. O objeto do desejo é fruto de singularidades do sujeito e comumente incompreensível do ponto de vista de processos conscientes.

Numa peça de Nelson Rodrigues, famoso dramaturgo carioca já falecido, encontramos um exemplo bizarro: um marido, indiferente à sua belíssima e jovem esposa, passa a demonstrar por ela total devoção e a grande paixão pela qual ela tanto ansiara, após um acidente que a priva de sua beleza. Também nos parece estranho um belo homem casado com uma mulher “sem graça” e mais velha que ele, exibindo, ambos, uma grande felicidade. Assim, enigmático e mutante, é o desejo.

É interessante ressaltar que mulheres que não conseguem tirar partido do que têm à sua disposição em cada fase de sua vida costumam valorizar apenas o que foi perdido, e se tornam demasiado suscetíveis a qualquer frustração. Torna-se mais difícil para elas substituir crenças negativas por tentativas de contatos amorosos. Em geral, elas assumem uma posição de competição com os homens, de crítica excessiva ao sexo oposto e inveja em relação às vantagens que lhe atribuem. Estas mulheres se mostram intolerantes, interpretando qualquer movimento masculino como sinal de rejeição e arrogância, e orgulham-se de alardear sua não submissão a eles.

Na verdade, estarão em grande desvantagem se não tiverem conseguido se livrar de seu amargor nem atingir um grau significativo de autoconfiança e aceitação de riscos inevitáveis.

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Informações adicionais:

Fonte: Plena Mulher – Escrito por Thais Sá Pereira e Oliveira, psicóloga (CRP/05-1821) e consultora do ParPerfeito th.spo@terra.com.br – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

Imagem: Darrell Godliman



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Homens não prestam atenção nas discussões


Os homens em geral não gostam de discutir a relação com suas companheiras. Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Southern, na Califórnia (EUA), aponta que o que acontece é que eles deixam de prestar atenção no conteúdo da conversa quando percebem que o rosto da mulher está com expressão de raiva ou medo. Isso porque os cérebros femininos e masculinos se comportam de maneira diferente em situações de estresse breve, o que pode ser, além de uma briga com a parceira, uma discussão de trabalho ou familiar.

No caso dos homens, a região cerebral responsável por interpretar sentimentos alheios fica com a atividade reduzida. No caso delas, o efeito é contrário. A conclusão do experimento não se aplica só aos desentendimentos de casais, mas parece confirmar a falta de habilidade dos homens nas discussões de relação. “Homens têm menos facilidade em lidar com as emoções do que as mulheres, de forma geral, diz a psicoterapeuta Cecília Zylberstajn, da PUC de São Paulo.

Segundo ela, a falta de atenção ou importância que o parceiro dá para uma conversa pode ter relação com as diferenças de linguagem entre os gêneros. Ou seja, ele pode não dar a devida atenção porque não acha que há necessidade. “Temos que levar em consideração as diferenças de gênero para nos comunicarmos melhor”, diz a psicoterapeuta.





Falamos a mesma língua?
As mulheres têm uma tendência a mostrar a raiva de forma mais velada durante os desentendimentos que os homens. “Fazem tromba, caras e bocas, são irônicas”, explica Zylberstajn. Com isso, alguns parceiros realmente não percebem que algo está errado, visto que a forma masculina de expressão é mais direta. “Falar de forma indireta não ajuda”, aponta a psicóloga.

Se discutir a relação é inevitável, há formas mais eficazes e menos traumáticas para dizer ao parceiro coisas que incomodam ou não estão bem resolvidas. Deixar a poeira baixar em vez de sair gritando no ouvido do marido ou namorado é a melhor maneira de tratar o problema, como recomenda a psicoterapeuta. Com um nível de tensão menor, o diálogo fluirá e ele prestará mais atenção.

Um ponto importante na comunicação é falar na primeira pessoa. “Em vez de falar que o outro é egoísta, diga como se sente quando ele faz isso. Discutir a relação é mostrar para meu parceiro a conseqüência da atitude dele”, diz Zylberstajn, que também recomenda não deixar críticas se acumularem porque a tendência é que as pequenas coisas se juntem e virem um problema maior.

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Informações adicionais:

Fonte: Delas – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.



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Brega ou romântico? Katy Perry coloca o rosto do noivo nas unhas


A cantora Katy Perry estava linda como sempre na premiação VMA que aconteceu ontem. As mechas coloridas deixaram o cabelo alegre e delicado e a maquiagem estava impecável, mas o que realmente ganhou destaque foram as unhas da moça.

Nada de francesinha, nada de esmalte neon, nada de bolinhas, nada de arte abstrata. Desta vez Katy colocou nas unhas o rosto do noivo, Russell Brand. O que você achou da atitude? Brega ou romântica?

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Pra quem não conhece, este é o noivo… vai dizer que não ficou idêntico!!!??? rs



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Quanto tempo dura a dor da separação?


Fim de relacionamento, seja ele um casamento, um longo namoro ou uma união estável, não é muito fácil de ser superado. E depende muito do grau de envolvimento, do tempo, da história do casal. No entanto, mesmo com essas variáveis, pesquisadores afirmam que existe uma média para resolver o assunto, pelo menos na cabeça: 17 meses e 26 dias.

O prazo foi estipulado depois que 4 mil divorciados foram ouvidos pelo site de relacionamento Fifties, que realizou a pesquisa. “O levantamento aponta o prazo médio depois que o divórcio é finalizado, mas é importante lembrar que as pessoas normalmente já estão separadas por um longo período antes disso, portanto deve levar anos para a poeira assentar depois de um rompimento”, declarou uma fonte do site ao jornal inglês Daily Mail.




Para 60% dos entrevistados, o pior a ser superado é o sentimento de fracasso com o fim do relacionamento e, para 20%, lidar com o sentimento de perda foi mais difícil do que tratar dos aspectos práticos, como pensão alimentícia, divisão de bens.

Outros 20% disseram que apesar de deixar a questão no passado, acreditam que nunca irão realmente superar a questão para si mesmos. Cinco por cento dos entrevistados admitiram estar divorciados há anos e o assunto ainda ser motivo de sofrimento.

Mesmo os que lidam bem com o tema dizem que a separação foi a pior situação pela qual já passaram na vida, sentimento compartilhado por mais de 50% dos entrevistados.

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Relato de Núbia:

Quanto a mim, (sim, eu sou divorciada!), doeram por exatos dois anos. Até que um dia, sério, foi de um dia para o outro [rs], eu acordei e não sentia absolutamente nada. Me senti tão feliz, parecia que alguns grilhões haviam sido arrancados da minha vida, da minha alma. Foi um sentimento de liberdade, nunca antes experimentado. Concordo com a pesquisa, e entendo que de fato, o nosso cérebro precisa de um tempo pra cura, pra se desintoxicar, e estar completamente sarado pra encarar uma outra relação de forma saudável.

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Informações adicionais:

Fonte: Cafofo da Núbia – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

Imagem: nikolinelr



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Casar é o seu sonho, mas e ele? Está pronto?


Muitas mulheres sonham em se casar, mas será que o seu parceiro está pronto? Faça o teste AQUI e saiba se já é a hora de marcar a data.


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Informações adicionais:

Fonte: Teste do site Bolsa de Mulher.



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