Escrito por Diário Sexy em 19 abril 2010

Depois de jogar Wii Fit, Amanda Flowers de 24 anos, sofreu uma queda que afetou seu nervo da mulher, tornando-se viciada em sexo.
“Começa com uma pontada lá embaixo e depois toma todo o corpo. É como um orgasmo com tremor”, diz Amanda.
De acordo com um médico, ela sofre da síndrome de excitação sexual persistente.
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Informações adicionais:
Foto: amp’ed
Tags: Amanda Flowers, orgasmo, Sexo, viciada em sexo, videogame, wii, wii fit
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Escrito por Sol em 29 março 2010

Primeiro post – Fiquei com esse assunto na cabeça… Mas ao mesmo tempo, adiando por dias o momento de “parar e escrever”… Assim, o “post” sobre a ciclovia na Marginal Pinheiros sai somente agora, alguns dias depois da inauguração, o que, convenhamos, não é tão mau assim.
A ciclovia foi inaugurada no dia 27/02, quando inúmeros visitantes puderam aproveitar o sábado para passear e conhecer todos os seus 14km de extensão entre as estações Vila Olímpia e Jurubatuba, da CPTM.
Numa cidade onde o número de carros e motocicletas vem aumentando dia a dia, é muito bacana e muito saudável ver espaços se abrindo para as “magrelas”. Desde a inauguração, fala-se muito na ciclovia apenas como opção de lazer, o que é ótimo! Pois realmente é muito gostoso circular por aí e ver as plantas, flores, os pássaros, as capivaras e porque não dizer, o rio que mesmo poluído, acaba ficando “bonito” no meio de todo aquele cenário. Mas a ciclovia tem também um potencial muito forte para ser uma alternativa de deslocamento diário para a população de São Paulo e isso deve ser melhor explorado por nós.
Delivery? A bike leva!
Rodízio do carro? Pegue a bicicleta!
Esta visão, de opção de transporte não poluidor e silencioso, poderia ser mais explorada, divulgada e incentivada com a rápida abertura dos novos acessos prometidos para a ciclovia e também com a criação de postos de serviços aos ciclistas, ao longo de sua extensão.
Com mais acessos, criação de infra-estrutura, aumento das interligações e proximidade aos grandes parques da cidade, São Paulo tem o potencial de aliar: transporte limpo, turismo, economia e consciência ambiental para ampliar e tornar cada vez mais seguro o uso da bicicleta na cidade.
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Diarista Sol

Tags: ar, bicicleta, ciclovia, CPTM, poluição
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Escrito por Danni em 03 março 2010
Nos dias 13 e 14 de março, a cidade de São Paulo receberá a corrida de abertura da temporada 2010 da Fórmula Indy. Mas qual o interesse em comentar sobre um esporte tão associado ao universo masculino num blog dedicado ao universo feminino?
Pois esta é uma oportunidade para se falar sobre uma das pioneiras das pistas, que competiu nesta cidade no ano de 1936. Isso mesmo, 1936! Muito antes das feministas idealizarem o Bra-Burning (que de fato, nunca ocorreu…).
No dia 12 de julho de 1936, disputou-se no Jardim América o I Grande Prêmio Cidade de São Paulo, que contou com a participação de pilotos brasileiros e estrangeiros, entre eles os italianos Carlo Pintacuda e Attilio Marinoni, respectivamente 1º e 2º colocado na prova, o argentino Vittorio Coppoli, vencedor do “Circuito da Gávea” realizado um mês antes, o diplomata brasileiro Manuel de Teffé, e a piloto francesa Mariette Hélène Delangle, mais conhecida como Hellé Nice (foto abaixo).

Antes de se aventurar nas pistas Hellé fez seu nome nos palcos. Ainda adolescente deixou a pequena vila de Aunay-sous-Auneau, onde nasceu em 1900, para ganhar a vida em Paris. Conseguiu um emprego de dançarina e tornou-se conhecida em pouco tempo. Em 1926, viajou com seu parceiro Robert Lisset, realizando apresentações em cabarés por toda Europa.
Mas, uma fratura no joelho enquanto esquiava, deu fim a sua carreira na dança. Apaixonada por carros e velocidade, Hellé decide competir. É importante esclarecer que Hellé não foi a primeira mulher a competir. Nos anos 20 já haviam provas femininas e mulheres que já competiam (e venciam!) provas mistas, como Charlotte Versigny, campeã do Grande Prêmio de la Baule, em 1927.
Hellé estreiou nas pistas com vitória, em 1929, num prova feminina no Autodrome de Montlhéry. A fama a levou aos Estados Unidos onde participou de diversas corridas. De volta a Europa, foi apresentada a Ettore Bugatti, que a levou para sua equipe. Em 1931, Hellé começou a competir com homens nos Grandes Prêmios, sempre exaltando sua feminilidade.
Em 1936, Hellé pisa em solo brasileiro, causando espanto: uma mulher que pilotava, fumava em público, usava calças e biquíni era demais para o Brasil dos anos 30.
Hellé disputou o Circuito da Gávea, terminando na 8ª posição, e como os demais participantes, foi convidada a disputar a primeira prova paulistana.
Em São Paulo, a francesa manteve-se na terceira posição por quase toda corrida até sua parada para reabastecer. No retorno a pista inicia uma disputa pela terceira posição com brasileiro Manuel de Teffé, até que se envolveu num terrível acidente. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu. Um soldado, um fã ou uma briga entre torcedores obrigou os pilotos a desviarem. Teffé, que corria pela direita, desvia e cruza a linha de chegada em terceiro lugar, mas Hellé, que vinha pela esquerda, atropelou uma pessoa e perdeu o controle de seu Alfa Romeo. Após bater num fardo de alfafa seu carro foi lançado sobre o público, e Hellé arremessada para fora dele. O acidente resultou em 6 mortos e 34 feridos. Hellé, que caiu sobre um soldado, sobreviveu. Ele morreu no impacto.
O acidente a transformou numa heroína, o que teria motivado muitos pais a batizarem sua filhas como Helenice.
Após o acidente Hellé ainda participou de um enduro por 10 noites e 10 dias com outras quatro mulheres, mas uma série de incidentes, entre eles a morte Bugatti e a acusação, mesmo sem provas, de que teria auxiliado os nazista durante a ocupação da França durante a Segunda Guerra, impediram Hellé de participar novamente de uma competição oficial.
A grande sensação das pistas dos anos 30 morreu anônima em 1984.
* Foto by Wenny118 e Leva na esportiva*
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Fonte da pesquisa:
Grande Prêmio Cidade de São Paulo
http://www.bandeiraquadriculada.com.br/GP%20Cidade%20de%20SP_1936%20-%20c.htm#8
http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u700351.shtml
Hellé Nice
http://en.wikipedia.org/wiki/Hell%C3%A9_Nice
http://historiasdaformula1.blogspot.com/2009/08/helle-nice-cabare-escandalo-e.html
http://www.gptotal.com.br/2005/Colunas/Alessandra/20051130.asp
Autodrome de Montlhéry
http://paris-autodrome.over-blog.com/article-18710906.html
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Diarista Danni

Tags: Fórmula Indy, Hellé Nice, pioneira, pioneira das pistas, pistas
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