Categoria ‘.: Meu querido diário :.’


“Eu me visto para as mulheres e me dispo para os homens”


“Eu me visto para as mulheres e me dispo para os homens”. Angie Dickinson

Esses dias eu estava pensando no que poderia escrever, enquanto comprava coisas deliciosamente engordativas na doceria de frente ao meu trabalho, quando passa um homem por mim e do nada resmunga como se falasse sozinho:

- “Eu gosto de mulher cheinha , odeio mulher magra!

E me lembrei de uma conversa que tive com uma amiga no final de semana enquanto ela me contava suas aventuras amorosas:

- Um ex namorado da fulana (que parece uma modelo) foi pra cama comigo e só falava “Eu gosto de mulher com carneeeee, que tem onde pegar, sem frescuras e sem rodeios”.

E segundo ela, não foi o primeiro.

Minha amiga é linda, mas é gorda, alta e gorda, mais tem peitão, coxão e se cuida. É uma gorda linda, daquelas que você olha, e esquece que é gorda. Pega mais homem do que muita garota que se mata para ter um corpo perfeito, por que será?

Não que eu esteja defendendo que homem goste de mulheres gordas, mas que talvez a preferência pelas magras, esteja só na nossa cabeça.

Como diz meu marido: “vocês se maquiam, se vestem e ficam neurótica com o corpo pra outras mulheres por que a gente só quer que a mina seja gostosa.”

Uma pesquisa realizada pela Universidade de St. Andrews, na Escócia, revelou que os homens preferem mulheres com corpos normais, do que as que são muito magras, então ficar neurótica pra quê? A mulher quer competir com outras mulheres, ou ficar bem consigo mesma apreciando e cuidando do corpo que tem? A beleza está além dos olhos, vamos cuidar do que somos e como realmente somos ao invés de seguir uma beleza imposta.


Diarista Mah



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Mulheres brasileiras e a política


Este ano é ano de eleição. Isso você já sabe. Mas você já se deu conta da particularidade do pleito deste ano? “Nunca antes na história deste país” duas mulheres com boa expressão política concorreram à presidência.

A história das mulheres brasileiras na história política republicana tem como marco o Decreto n.º 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, que instituiu a Justiça Eleitoral, o Código Eleitoral Brasileiro, e com ele o voto feminino não obrigatório (à mulheres casadas, com autorização do marido, ou viúvas e solteiras com renda própria) e o direito das mulheres de serem eleitas. Antes dele, Celina Guimarães Viana, uma professora potiguar, tornou-se em 1928 a primeira eleitora do Brasil e da América Latina, através da lei nº 660, de 25 de outubro de 1927, que eliminava a distinção de sexos entre os eleitores no estado do Rio Grande do Norte. Entretanto, apenas na Constituição de 1934, esse direito foi assegurado a todas as brasileiras.

Foi também uma potiguar a primeira mulher eleita no Brasil. Em 1928, Luiza Alzira Soriano Teixeira, elegeu-se prefeita de Lages (RN), entretanto não concluiu seu mandato por se opor à ditadura de Vargas.

Em 1933, a médica paulista Carlota Pereira de Queiroz, foi a primeira deputada federal eleita, e apenas em 1979, temos nossa primeira senadora, Eunice Michiles (PDS-AM), suplente do senador morto João Bosco de Lima. As primeiras senadoras eleitas são Júnia Marise (PRN-MG) e Marluce Pinto (PTB-RR), em 1990.

A primeira governadora eleita é Roseana Sarney, apenas em 1994.

Apesar do crescente número de mulheres eleitas, sobretudo a partir da redemocratização do país, a participação feminina na política brasileira ainda é pequena se comparada a outros países. Ruanda, o país com maior índice de representação feminina, tem 56% de seu parlamento composto por mulheres. Suécia, o segundo colocado, 47%. O Brasil, 111º, tem apenas 9% de seu Congresso composto por mulheres.

E até então, nenhuma mulher eleita ao principal cargo executivo. A primeira a se candidatar à presidência foi a bancária Lívia Maria Ledo Pio de Abreu, em 1989, pelo PN. Depois dela, apenas em 1998 uma mulher volta a se candidatar. Foi a administradora de empresas Thereza Tinajero Ruiz, do PTN, que obteve apenas 0,25% dos votos válidos.

Em 2006, a então senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), chega em terceiro lugar na corrida presidencial, com 6,5 milhões de votos (6,85% do total), tornando-se a mulher mais bem votada na disputa presidencial.

Esta ano, a ex-ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT) e a senadora Marina Silva (PV-AC) chegam com boas chances. Heloísa Helena, ao que tudo indica, concorrerá ao senado e apoiará Marina.

Longe de querer fazer campanha a qualquer uma das candidatas, a intenção deste post é chamar a atenção para um fato: somos 51,3 % da população e 51,7 % do eleitorado, conquistamos cada vez mais espaço na sociedade e na economia, mas no mundo da política ainda somos minoria. O que falta às mulheres brasileiras para a conquista desta última fronteira?

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Fontes:

Voto feminino no Brasil -http://pt.wikipedia.org/wiki/Sufr%C3%A1gio_feminino#O_voto_feminino_no_Brasil

http://pt.wikipedia.org/wiki/Celina_Guimar%C3%A3es_Viana

http://www.tre-rn.gov.br/nova/inicial/institucional/historico/a_mulher_na_politica_nacional/celinabi.php

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367001.shtml

Mulheres na política -

http://www.adital.com.br/site/noticia2.asp?lang=PT&cod=21432

http://ww1.universia.com.br/preuniversitario/materia.jsp?materia=9813

http://pt.wikinews.org/wiki/Brasil_%C3%A9_pen%C3%BAltimo_na_Am%C3%A9rica_do_Sul_em_participa%C3%A7%C3%A3o_da_mulher_na_pol%C3%ADtica,_diz_ONU

http://www.rnw.nl/portugues/article/ruanda-mulheres-no-poder

Heloísa Helena – http://veja.abril.com.br/070606/p_068.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Helo%C3%ADsa_Helena


Diarista Danni



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Doenças físicas, causas emocionais


Há alguns anos atrás fui para uma consulta médica da qual até hoje não me esqueci, de tão singular que foi. Fui por causa de uma sinusite, esperando que a médica me examinasse, receitasse um remédio e torcer para melhorar, mas pela primeira vez na minha vida, ouvir um médico perguntar:

- Como você está?
- Com sinusite.
- Não, sua vida, como você está?

Eu estava no meu primeiro emprego[bb], na minha primeira rotina de acordar as 5 da manhã, atravessar a cidade, conviver com pessoas diferente de mim, enfrentar desafios, engolir sapos e ainda ter fôlego para a faculdade, mas o que estava pegando mesmo, é que eu não conseguia me integrar com as pessoas do meu trabalho, não estava feliz e estava assustada, e disse tudo isso a ela, foi quando ela me mostrou que doença física tem sim, tudo haver com emocional, é engraçado, dificilmente vemos uma pessoa de bem com a vida, feliz, doente.




Sempre quando algo nos aborrece, e nos deixamos nos levar por esses aborrecimentos, adoecemos de alguma forma, desde enxaquecas a câncer, tem sempre uma pendência por tras. Eu por exemplo , desde pequena tenho crises absurdas de dor de cabeça, enxaqueca mesmo, de doer a cabeça, te dor de barriga e ânsia de vômito e geralmente ataca quando estou cheia de coisas para fazer e quero fazer tudo ao mesmo tempo, ou acho que não vou dar conta.
Já viu aquelas pessoas que a familia inteira ta doente mas ela não adoece de jeito nenhum? Não pega resfriado nem nada? Geralmente essa pessoa está de bem consigo mesma, então por que não parar para pensar, o que posso fazer por mim mesma? O que está me incomodando? Antes de nos entupir de remédio e curtir a bad trip, bora viver a vida com mais alegria e saúde!

Doenças e possíveis causas:

  • AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada;
  • ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo;
  • APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom;
  • ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem;
  • ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo;
  • ASMA: Sentimento contido, choro reprimido;
  • BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões;
  • CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo;
  • COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria;
  • DERRAME: Resistência. Rejeição à vida;
  • DIABETES: Tristeza profunda;
  • DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga;
  • DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.;
  • DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que procuram se apoiar nos outros;
  • ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista;
  • FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a);
  • FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer;
  • GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação;
  • HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado;
  • HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças;
  • INSÔNIA: Medo, culpa;
  • LABIRINTITE: Medo de não estar no controle;
  • MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio;
  • NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido;
  • PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo;
  • PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida;
  • PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido;
  • PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo;
  • PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente;
  • PULMÕES: Medo de absorver a vida;
  • QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução;
  • RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas;
  • REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura;
  • RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição;
  • RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento;
  • SINUSITE: Irritação com pessoa próxima;
  • TIRÓIDE: Humilhação;
  • TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos;
  • ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante;
  • VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.


Diarista Mah



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Carros, pedestres, educação e consciência


Noite de quinta-feira, véspera de feriado. Depois de algumas horas de aula, alunos deixam a faculdade e voltam para suas casas…

A cena se passa no bairro da Barra Funda em São Paulo, frente ao terminal de mesmo nome, importante ponto de integração entre ônibus, metrô e trem para onde segue toda aquela massa de pessoas, em sua maioria, estudantes.
Seria tão somente mais uma cena cotidiana, não fosse um detalhe marcante e aparentemente contraditório: alguns alunos, frequentadores de cursos superiores de graduação, atravessam a rua, sob a passarela de pedestres, pulam o guard rail que separa as duas pistas e seguem em direção ao terminal de ônibus.

Parada no congestionamento, vendo aquelas pessoas circulando por entre os carros de forma perigosa, fiquei pensando no contraponto entre educação e conscientização. Certamente, todas aquelas pessoas buscam educação. Frequentam a universidade buscando a base teórica para se desenvolver na vida e em suas atividades profissionais.

Mas… E a conscientização? Educação e conscientização não deveriam andar juntas? Deveriam, mas infelizmente muitas vezes não andam, embora uma coisa não exclua a outra. Conscientização requer treino.

Da mesma forma que os pedestres não demonstram consciência da presença e perigo na relação com os carros, estes também não demonstram consciência da presença de motociclistas e ciclistas e dessa forma, as relações entre os “atores” do trânsito em São Paulo vão “evoluindo” para o estado de animosidade que conhecemos.

Realidade triste, que devemos modificar dentro de cada um de nós,buscando aumentar nossa percepção sobre tudo o que nos rodeia onde quer que estejamos. Precisamos treinar a conscientização.

Esta “historinha” que contei aqui é apenas um exemplo. Ocupe o seu lugar e perceba tudo o que há a sua volta.


Diarista Sol



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Tempos modernos


Na Globo está passando uma novela chamada “Viver a vida“, eu não sou uma pessoa que acompanha novelas, mas o pouco que vejo percebi que nessa ela quer nos mostrar que é importante curtir e celebrar a vida ao máximo pois nunca sabemos o que vai nos acontecer amanhã, mas acredito que a maioria já pensou sobre isso na mesma velocidade que já esqueceu,  por que nos dias atuais esquecemos de viver a vida para fuçar “a vida alheia“, eis outra sacada da Globo.

Atire a primeira pedra quem nunca teve uma época, se é que não se encontra nela, que desperdiçou um bom tempo fuçando e acompanhando a vida alheia?

Pode ser por qualquer lugar, meter o bedelho na vida do vizinho, ter aquele fotolog nos favoritos, acompanhar anonimadamente um twitter pelo feeds, ter no orkut mesmo sem falar com a pessoa ou esquecer da vida acompanhando Big Brother.

É uma maldição, começa com uma curiosidade e depois vira um vício, até que você percebe que gasta mais tempo acompanhando a vida alheia do que vivendo a sua.

Sei que pode ser hipocrisia, mas defendo que a internet me corrompeu, e acredito que não só a mim.

A vida era muito mais saudável quando você não tinha tanta informação de bandeja como tem agora, você tinha até mais amigos pois acreditava que eles nunca falavam de você pelas costas, hoje você descobre só fuçando o orkut alheio, o tédio é o pior companheiro , você descobre até o que não devia.

Usamos as redes sociais na crença de que estamos nos aproximando das pessoas, quando na verdade ela é o que mais nos separa.

Há anos minha mãe parou de me perguntar sobre minha vida por que acompanhava tudo pelos meus blogs/fotologs/orkut/twitter e o mais engraçado quando fechei tudo recentemente ela me ligou, me perguntando como eu estava, coisa que eu nem sei mais responder por que passava mais tempo atualizando tudo isso do que fazendo algo que pudesse contar, foi quando eu parei e pensei,  que mesmo que eu tenha que remar contra a maré, chegou a hora de parar de fuçar a vida alheia e divulgar a minha para começar a viver a vida!


Diarista Mah



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Nova ciclovia em São Paulo


Primeiro post – Fiquei  com esse assunto na cabeça… Mas ao mesmo tempo, adiando por dias o momento de “parar e escrever”… Assim, o “post” sobre a  ciclovia na Marginal Pinheiros  sai somente agora, alguns dias depois  da inauguração, o que, convenhamos, não é tão mau assim.

A ciclovia foi inaugurada no dia 27/02, quando inúmeros visitantes puderam aproveitar o sábado para passear e conhecer todos os seus 14km de extensão entre  as estações Vila Olímpia e Jurubatuba, da CPTM.

Numa cidade onde o número de carros e motocicletas vem aumentando dia a dia, é muito bacana e muito saudável ver espaços se abrindo para as “magrelas”. Desde a inauguração, fala-se muito na ciclovia apenas como opção de lazer, o que é ótimo! Pois realmente é muito gostoso circular por aí e ver as plantas, flores, os pássaros, as capivaras e porque não dizer, o rio que mesmo poluído, acaba ficando “bonito” no meio de todo aquele cenário. Mas a ciclovia tem também um potencial muito forte para ser uma alternativa de deslocamento  diário para a população de São Paulo e isso deve ser melhor explorado por nós.

Delivery? A bike leva!

Rodízio do carro? Pegue a bicicleta!

Esta visão, de opção de transporte não poluidor e silencioso, poderia ser mais explorada, divulgada e incentivada com a rápida abertura dos novos acessos prometidos para a ciclovia e também com a criação de postos de serviços aos ciclistas, ao longo de sua extensão.

Com mais acessos, criação de infra-estrutura, aumento das interligações e proximidade aos grandes parques da cidade, São Paulo tem o potencial de aliar: transporte limpo, turismo, economia e consciência ambiental para ampliar e tornar cada vez mais seguro o uso da bicicleta na cidade.


Diarista Sol



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Você já viajou sozinha? Nunca? Descubra todos os passos que a Vivi (uma de nossas diaristas) fez no Rio Grande do Sul


Viajar é bom, certo? Conhecer lugares, pessoas e paisagens diferentes são experiências muito particulares e valiosas. E quando essas experiências são vividas de forma solitária, todas as emoções e sentimentos são mais intensos e desafiadores.

Em dezembro de 2007 resolvi que eu passaria meus 10 dias de férias em janeiro do próximo ano no Rio Grande do Sul. Corrida contra o tempo, pois eu tinha menos de 1 mês para organizar a viagem. Meu amigo Bruno que já conhecia a região me deu várias dicas e ainda emprestou um guia com informações valiosas sobre a região das Serras Gaúchas.

Sai de SP com as passagens de ida e volta, reserva do hotel e do carro em Caxias do Sul e é claro minha mala. Não fiz nenhum roteiro.

A viagem de ônibus foi um grande desafio… Foram 17 horas de viagem, mas eu estava ansiosa e muito feliz. Fazia um tempão que eu não tirava um tempinho para pensar e descansar.

Chegando à cidade de Caxias do Sul peguei o carro na locadora e fui direto para o hotel em Flores da Cunha, que fica a menos de 30 minutos de carro de Caxias. Passei o resto da tarde e noite descansando e planejando qual a cidade eu visitaria no dia seguinte, e assim eu fazia todas as noites.

Não conhecia nada do Rio Grande do Sul, pegava o carro todas as manhãs e visitava uma cidade diferente. O friozinho na barriga de dirigir por rodovias que eu não conhecia (eu não tinha GPS naquela época! Percorri mais de 1000 km com os meus mapas e intuição) foi o meu parceiro de viagem.

Era uma delícia parar o carro para tirar uma foto, comprar uva e ir comendo no caminho, tomar suco de uva!

Ainda bem que eu voltei de ônibus, com duas malas forradas de vinho e suco de uva.

Deixo algumas dicas:

Flores da Cunha – conhecida como a terra do Galo, não deixem de visitar a Lanchonete Banana Pink, e o restaurante da Dona Adélia em Otávio Rocha;

Gramado – não deixe de ir à Igreja São Pedro, Rua Coberta, Lago Negro;

Canela – Parque do Caracol, Igreja de Pedra;

Nova Petrópolis – Parque Aldeia do Imigrante, Labirinto Verde, Praça das Flores (é linda!);

Caxias do Sul – Roteiro Turístico Estrada do Imigrante – Caminho dos primeiros imigrantes Italianos – Gruta Nossa Senhora de Lourdes da 3ª Légua;

Bento Gonçalves – Vale dos Vinhedos, Pipa Pórtico, Maria Fumaça, Igreja São Bento, Capela Nossa Senhora das Neves, Parque Temático Epopéia Italiana.

Em 2009 me aventurei por Foz do Iguaçu, que fica para um próximo post.

E você já viajou sozinha (o), conte-nos como foi!


Diarista Vivi



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Velocidade!? É com a Hellé Nice. Saiba um pouco sobre a história dessa grande pioneira das pistas


Nos dias 13 e 14 de março, a cidade de São Paulo receberá a corrida de abertura da temporada 2010 da Fórmula Indy. Mas qual o interesse em comentar sobre um esporte tão associado ao universo masculino num blog dedicado ao universo feminino?

Pois esta é uma oportunidade para se falar sobre uma das pioneiras das pistas, que competiu nesta cidade no ano de 1936. Isso mesmo, 1936! Muito antes das feministas idealizarem o Bra-Burning (que de fato, nunca ocorreu…).

No dia 12 de julho de 1936, disputou-se no Jardim América o I Grande Prêmio Cidade de São Paulo, que contou com a participação de pilotos brasileiros e estrangeiros, entre eles os italianos Carlo Pintacuda e Attilio Marinoni, respectivamente 1º e 2º colocado na prova, o argentino Vittorio Coppoli, vencedor do “Circuito da Gávea” realizado um mês antes, o diplomata brasileiro Manuel de Teffé, e a piloto francesa Mariette Hélène Delangle, mais conhecida como Hellé Nice (foto abaixo).

Antes de se aventurar nas pistas Hellé fez seu nome nos palcos. Ainda adolescente deixou a pequena vila de Aunay-sous-Auneau, onde nasceu em 1900, para ganhar a vida em Paris. Conseguiu um emprego de dançarina e tornou-se conhecida em pouco tempo. Em 1926, viajou com seu parceiro Robert Lisset, realizando apresentações em cabarés por toda Europa.

Mas, uma fratura no joelho enquanto esquiava, deu fim a sua carreira na dança. Apaixonada por carros e velocidade, Hellé decide competir. É importante esclarecer que Hellé não foi a primeira mulher a competir. Nos anos 20 já haviam provas femininas e mulheres que já competiam (e venciam!) provas mistas, como Charlotte Versigny, campeã do Grande Prêmio de la Baule, em 1927.

Hellé estreiou nas pistas com vitória, em 1929, num prova feminina no Autodrome de Montlhéry. A fama a levou aos Estados Unidos onde participou de diversas corridas. De volta a Europa, foi apresentada a Ettore Bugatti, que a levou para sua equipe. Em 1931, Hellé começou a competir com homens nos Grandes Prêmios, sempre exaltando sua feminilidade.

Em 1936, Hellé pisa em solo brasileiro, causando espanto: uma mulher que pilotava, fumava em público, usava calças e biquíni era demais para o Brasil dos anos 30.

Hellé disputou o Circuito da Gávea, terminando na 8ª posição, e como os demais participantes, foi convidada a disputar a primeira prova paulistana.

Em São Paulo, a francesa manteve-se na terceira posição por quase toda corrida até sua parada para reabastecer. No retorno a pista inicia uma disputa pela terceira posição com brasileiro Manuel de Teffé, até que se envolveu num terrível acidente. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu. Um soldado, um fã ou uma briga entre torcedores obrigou os pilotos a desviarem. Teffé, que corria pela direita, desvia e cruza a linha de chegada em terceiro lugar, mas Hellé, que vinha pela esquerda, atropelou uma pessoa e perdeu o controle de seu Alfa Romeo. Após bater num fardo de alfafa seu carro foi lançado sobre o público, e Hellé arremessada para fora dele. O acidente resultou em 6 mortos e 34 feridos. Hellé, que caiu sobre um soldado, sobreviveu. Ele morreu no impacto.

O acidente a transformou numa heroína, o que teria motivado muitos pais a batizarem sua filhas como Helenice.

Após o acidente Hellé ainda participou de um enduro por 10 noites e 10 dias com outras quatro mulheres, mas uma série de incidentes, entre eles a morte Bugatti e a acusação, mesmo sem provas, de que teria auxiliado os nazista durante a ocupação da França durante a Segunda Guerra, impediram Hellé de participar novamente de uma competição oficial.

A grande sensação das pistas dos anos 30 morreu anônima em 1984.

* Foto by Wenny118 e Leva na esportiva*

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Fonte da pesquisa:

Grande Prêmio Cidade de São Paulo

http://www.bandeiraquadriculada.com.br/GP%20Cidade%20de%20SP_1936%20-%20c.htm#8

http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u700351.shtml

Hellé Nice

http://en.wikipedia.org/wiki/Hell%C3%A9_Nice

http://historiasdaformula1.blogspot.com/2009/08/helle-nice-cabare-escandalo-e.html

http://www.gptotal.com.br/2005/Colunas/Alessandra/20051130.asp

Autodrome de Montlhéry

http://paris-autodrome.over-blog.com/article-18710906.html


Diarista Danni



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Xô ansiedade!


Você provavelmente já se pegou chacoalhando a perna inquietamente, roendo as unhas ou qualquer outro tique nervoso esquisito.

Tem dias que acordo tão ansiosa que parece que algum grande evento está para acontecer, na realidade, não passa de um dia bem comum. Se você vive muito ansiosa, inquieta, nervosa, tudo sem razão, acredite, você não é anormal!

Lógico que esses sintomas em excesso acabam atrapalhando nossa vida e nos levam a questionar o que pode estar errado, e a resposta para isso será difícil de encontrar. Cada pessoa pode desenvolver sintomas de ansiedade por uma razão, às vezes em nível baixo, outros muito agudos podem até desenvolver uma síndrome de pânico.

Se esse não é seu caso ainda, ou sim, existem algumas dicas que ajudam a diminuir a ansiedade:

Exercícios: Falta de tempo não é desculpa. Caminhe pelo menos 15 minutos antes ou depois de ir trabalhar, faça academia se você gosta, pratique um esporte ou então uma aula de alongamento, dança, yoga…O que for! Para as mais agitadas eu recomendo até uma luta, é uma ótima maneira de entrar em forma e liberar as energias.

Chás: Tome pelo menos 2 xícaras de chás ao longo do dia, de preferência de erva-cidreira ou camomila, essas ervas tem um ótimo efeito tranqüilizante. Além do mais, se manter hidratada ajuda o corpo!

Florais: São encontrados nas farmácias de manipulação e compostos de elementos naturais. Embora seja bem fácil de encontrá-los e não requerem receita médica (pelo menos nas farmácias que já comprei) recomendo que ouça a opinião de seu médico para saber o floral mais adequado, ou pelo menos busque informação com a farmacêutica.


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Alimentação: Mude suas refeições, isso vai ajudar muito!

  • ALFACE – Ótima para amenizar a irritação;
  • BANANA – Diminui a ansiedade e ajuda a garantir um sono tranqüilo;
  • CARNE – Esse alimento possui niacina, uma vitamina do complexo B que, quando está em falta no organismo, causa depressão;
  • ESPINAFRE – A verdura contém potássio e ácido fólico, que previnem a depressão;
  • JABUTICABA – Suas vitaminas do complexo B agem como antidepressivos. Além disso, a jabuticaba é rica em carboidratos, que fornecem energia e, por isso, reanimam;
  • LARANJA – O cálcio presente em sua composição é relaxante muscular e combate o stress. E essa fruta ainda é energética, hidratante e previne a fadiga;
  • LEITE – A falta de vitamina do complexo B pode acabar com seu bom humor. Além de estarem presentes no leite, essas substancias também são encontradas nas ervilhas, sementes de girassol, batata e peixe. Leite também tem cálcio (que ajuda a relaxar os músculos) e proteínas (que estimulam o sistema nervoso);
  • UVA – Essa fruta tem uma boa dose de vitaminas do complexo B, que ajudam no funcionamento do sistema nervoso.

Se você conseguir aplicar todas essas dicas em seu dia a dia, melhor ainda! Acredito que o essencial para se livrar de uma séria ansiedade seja equilíbrio. Se sua vida é muito estressante, não abra mão de alguns minutos para relaxar com alguma atividade que você gosta.

Você consegue controlar sua ansiedade? Tem algum truque para ajudar a acalmar os sintomas?

Fonte da pesquisa: Site Médico


Diarista Xoxó



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