Categoria ‘Saúde’


Ovário artificial pode ajudar mulheres na reprodução


Uma nova pesquisa promete ajudar mulheres com problemas reprodutivos e ajudá-las a ser finalmente mãe.

Esse procedimento ainda está sendo testado em animais, mas em breve, estará disponível para quem precisar de um ovário artificial

Mas como funciona?

Um pequeno pedaço do ovário é tudo o que os cientistas precisam para garantir óvulos saudáveis ou prolongar a fertilidade de uma fêmea. As pesquisas estão sendo feitas há 3 anos no Ceará e são pioneiras no mundo.


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A técnica consiste em retirar com auxílio de uma agúlia especial, um pedaço de 2mm do ovário. Esse material que tem centenas de micro óvulos passa por um tratamento em laboratório, assim, as pequenas “sementinhas” começam a crescer e aos poucos vão se tornando óvulos em condições de serem fecundados. O legal dessa reprodução é que contrário do convencional, as mulheres que fazem o tratamento tem uma quantia muito reduzida de hormônios que é preciso tomar. Outro avanço é que o tecido do ovário pode ser preservado e pode ser reemplantado na mulher quando ela estiver em boas condições de saúde, parecido com o procedimento de congelar os espermatozóides.

Importante:

As mulheres vão poder guardar parte do tecido do ovário, por exemplo, aos 20 anos e caso ela venha a ter câncer aos 30 e se cure com 40, ela ainda pode ter chances de engravidar usando aquele tecido que foi congelado.

Essa experiência começou sendo feita nas cabras, pois o comportamento do organismos delas, são muito semelhantes ao dos homens, e poderá ajudar mulheres com problemas de câncer, menopausa precoce, endometriose e baixa produção de óvulos. Já a pesquisa feita em São Paulo está sendo realizada com material humano.

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Informações adicionais:

Fonte: TV IG (com vídeo)

Imagem: albertoperezdominguez



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Acessórios femininos que podem influenciar na sua saúde


Alguns acessórios são bem mais do que um simples complemento para seu look, eles podem influenciar sim, na sua saúde. Lembrando que se usá-los incorretamente eles podem prejudicar a sua saúde.

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COOL!

Batom:
Protege os lábios contra raios solares e excesso de frio que podem ressecar.

Chapéu:
Ajudam na proteção do sol contra a pele do seu rosto e cabelos.

Óculos escuros (de marca):
Importantes para proteger os olhos contra os raios solares ultravioleta. Tem até pessoas (como eu) que tem mais sensibilidade nos olhos e por isso, tem sempre que estar com óculos escuro na bolsa.


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BAD!

Salto alto:
Muitos altos, podem causar dor nas costas e usados incorretamente prejudicam a postura e causam inchaço nos pés.

Bolsa:
Ajuda a carregar as coisas do dia a dia, porém, bolsa muito pesada prejudica a postura que pode causar dores e até inflamações.

Óculos escuros (de camelô):
Você pode achar que está economizando agora, mas esses tipos de óculos podem acabar com seus olhos. Se você usa óculos pode piorar. Sem contar que não protege contra os raios ultravioleta e para alguns até dá dor de cabeça.

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Informações adicionais:

Imagem: crimson.apple



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Café reduz 25% de chances de derrame em mulheres


Beber mais do que uma xícara de café por dia reduz em até 25% o risco de derrame, segundo pesquisa publicada ontem na revista “Stroke”. Quem não toma café ou o faz com menos frequência tem um risco maior de sofrer derrame, segundo o estudo, que acompanhou 35 mil mulheres por dez anos.

Os pesquisadores dizem que o café tem efeito antioxidante, diminui inflamações e reduz a resistência à insulina. Esses fatores podem explicar o benefício observado com o consumo diário da bebida.

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OBS.: Lembre que uma xícara de café tradicional contém em média 50ml



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O risco de doenças do coração em mulheres é maior que câncer de mama


Atenção mulherada! A incidência de doenças cardiovasculares em mulheres aumenta cada vez mais. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o infarto e o AVC (Acidente Vascular Cerebral) são as principais causas de morte em mulheres com mais de 50 anos – no Brasil. Apesar de haver grandes números com relação ao risco de câncer de mama e sendo assim ser a primeira preocupação entre as mulheres, a maior incidência de mortes são as doenças cardiovasculares, um índice de 53% quando comparado com 4% do câncer de mama.


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A doença cardiovascular ocorre duas a três vezes mais em mulheres após a menopausa do que aquelas na pré-menopausa. Na faixa etária entre 45-64 anos, uma em cada 9 mulheres tem alguma forma de DCV (doença cardiovascular), enquanto esta relação passa a 1:3 (uma mulher a cada três) após os 65 anos de idade.

Há vários fatores que estão relacionados a esse elevado risco da doença cardiovascular, que podem ser modificáveis (tabagismo, dislipidemia, sedentariasmo, sobrepeso/síndrome metabólica, diabetes, hipertenção arterial) e não modificáveis (herança, idade e sexo).



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Emagrecer sem milagres: reeducação alimentar


O título desta matéria pode parecer similar a muitas dicas de dietas que sempre vemos por aí, não fosse por duas palavras: reeducação alimentar. O desafio de mandar embora em pouco tempo quilos que atormentam é o sonho de muitas mulheres, e a Internet é um prato cheio para as que recorrem a fórmulas quase que milagrosas.

Em meio a tantos truques há até a simpatia que promete o corpo perfeito em uma semana, apenas colocando num copo grãos de arroz correspondentes aos quilos que se quer perder e engolindo em seguida. Outras dietas não tão supersticiosas recomendam comer somente um alimento durante toda a semana.

A nutricionista do ambulatório de Distúrbios Nutricionais da Faculdade de Medicina do ABC, Narjara Pereira Leite, alerta como essas “técnicas” podem comprometer o funcionamento do nosso organismo: “Quando falamos em dieta, precisamos ter em mente a reeducação, por isso não podemos nos privar de nenhum grupo alimentar. Cada qual desempenha um papel diferente e, na ausência de um, nosso organismo pode ficar prejudicado”.

Mulheres que já travaram uma guerra contra a balança por anos, experimentaram todas as dietas e simpatias, e viram os quilos sumirem e aparecerem novamente concordam com a nutricionista: mudanças a longo prazo só são possíveis com a reeducação dos hábitos alimentares.


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Marli das Graças, 50 anos, começou com o tratamento depois dos 25 e, hoje, depois de tomar remédios e fazer “todas as dietas possíveis”, chegou à conclusão de que a reeducação é o que vai trazer “o corpo de volta à boa forma para nunca mais engordar”. Atualmente, sem remédios e com acompanhamento clínico, eliminou dois quilos em duas semanas, num processo sem sofrimento e com saúde, que ela acredita ser o segredo para “manter o peso adequado para sempre”.

Com Simone Aparecida Tofanelo, 35 anos, a decisão foi tomada mais cedo, por conta de um susto que levou: “Um médico entrou com medicamentos tarja preta para emagrecimento e quase precisei ficar internada, já que minha anemia estava muito alta. Tive também convulsão provocada, segundo alguns especialistas, pela química dos remédios”.

Além de convulsões, o emagrecimento rápido demais pode ocasionar ainda mais problemas se o limite de quilos perdidos mensalmente ultrapassar 10% do peso. “Uma pessoa que pesa 60 Kg, por exemplo, deve ter uma redução de até seis quilos por mês, senão poderá ter reflexos como queda de pressão, hipoglicemia, perda de resistência, baixa imunidade e infecções”, explica o endocrinologista pela Unifesp, João César Castro Soares, um dos autores do livro “Dieta Dissociada”.

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Em busca do bem-estar

Simone Tofanelo, depois de brincar com a saúde, optou pela reeducação e eliminou 21 quilos em oito meses. Para as pessoas que ainda não acreditam na manutenção do peso e na busca de uma vida saudável, ela deixa seu relato. “Costumo comer tudo o que sinto vontade, inclusive massas, pão doce, biscoitos, bolos, baguetes recheadas. E o melhor de tudo: jamais passei fome. Atingi meu objetivo, apesar de nem eu mesma acreditar que iria conseguir. Fui obrigada a recompor o guarda-roupa. Faço hidroginástica duas vezes por semana. Há uns três anos, comecei natação e continuo até hoje. Pratico ainda bastante caminhada. Às vezes, deixo o carro, justamente para andar, e não sinto falta de ar, como sentia antes”.

Os efeitos de uma alimentação saudável vão além de uma maior disposição física: “Uma dieta de baixa caloria e um cuidado maior em ingerir alimentos ricos em fibras, e também verduras, legumes e frutas melhoram o cabelo a pele, as unhas. O próprio emagrecimento é um bem-estar geral”, lembra o endocrinologista João Soares.

Comer adequadamente, não passar fome, ter disposição, chegar ao seu peso ideal e mantê-lo está ao alcance de todos. E, para isso, a nutricionista Narjara Leite aconselha uma dieta feita sob medida. “Aquela que leva em consideração idade, sexo, peso, estatura, atividade física, hábito alimentar, situação socioeconômica. Devemos lembrar que o cardápio para redução de peso é individual. Cada organismo tem uma necessidade calórica diferente. É preciso aprender a comer, evitando sempre excessos de guloseimas, frituras, assim como longos períodos de jejum. Também é importante aumentar o consumo de verduras, legumes e frutas. E sempre praticar atividade física”, orienta.

Para as mulheres acima dos 40 anos, ainda são necessários outros nutrientes para manter o corpo em perfeito equilíbrio. São recomendados: o consumo de leite e derivados, para garantir a reposição do cálcio e evitar a osteoporose, o consumo de soja e castanhas, para minimizar os efeitos da menopausa, o aumento da ingestão de líquidos e a redução do consumo de doces, gorduras e frituras, para evitar ganho de peso, uma vez que o metabolismo tende a ficar mais lento nesta idade.

A atividade física também é fundamental, já que ajuda a regularizar as funções do organismo, auxilia na redução de peso, controle do colesterol, triglicérides e diabetes.

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Informações adicionais:

Fonte: Escrito por Carolina de Barros do Plena Mulher – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.



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Médico é proibido de cobrar por retorno de paciente


Nós mulheres vamos muito mais vezes no médico do que os homens não? A boa notícia é que agora os médicos estão proibidos de cobrar pelo retorno do paciente. Foi o que divulgou o Conselho Federal de Medicina, para consultas que ocorrerem no prazo inferior de um mês.

Essa continuidade da primeira consulta (na entrega de resultados de exames, por exemplo) só poderá ser cobrada em duas situações: Quando novos sinais ou sintomas surgirem na paciente e uma nova consulta for necessária, ou quando a doença exigir um tratamento prolongado, com reavaliações e modificações terapêuticas.

Vale lembrar que muitos médicos já não cobravam por esse retorno, mas que antigamente não havia nada oficial ainda.



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Implante mamário ajustável é novidade no Brasil


No próximo dia 14 de novembro, durante o 47º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, em Vitória (ES), o Dr Hilton Becker, especialista internacional em cirurgia plástica das mamas (reconstrutivas e estéticas), estará no Brasil para apresentar à comunidade médica estudos e informações técnicas sobre Spectra, produto desenvolvido por ele e que é o primeiro implante mamário ajustável para uso estético – considerado ideal para mulheres com assimetria da mama.

Devido a um inovador sistema de regulagem de volume, a novidade de Spectra é que as dimensões consideradas ideais podem ser ajustadas durante o ato cirúrgico. Atualmente, o cirurgião precisa utilizar próteses de tamanhos diferentes para compensar alguma assimetria e, muitas vezes, os resultados não atendem as expectativas da paciente. “O tempo de cirurgia é reduzido, pois não é preciso testar diferentes tamanhos de próteses durante o procedimento”, explica Dr. Hilton Becker, membro da Associação Americana de Cirurgia Plástica.


No caso de Spectra, as dimensões da base do implante não se modificam durante os ajustes, que são realizados pelo cirurgião durante o ato cirúrgico, de maneira individualizada. “No período posterior à intervenção, ainda é possível realizar pequenas adaptações”, afirma Rolf Gemperli, cirurgião plástico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Segundo o Dr. Becker, a nova prótese mamária também pode proporcionar às pacientes redução do tempo cirúrgico, pois o ajuste é realizado facilmente. Além de ser ideal para pacientes com assimetria mamária, Spectra pode ser utilizado em outras indicações, tais como mastopexias associadas a aumento do volume das mamas, correção de anomalias congênitas torácicas como, por exemplo, a síndrome de Poland, na qual a paciente possui alterações na caixa torácica e nos músculos peitorais.

Spectra já está aprovado pela EMEA e disponível para comercialização em alguns países da Europa. No Brasil, está em fase avançada de análise e aprovação pela ANVISA.

Spectra é um produto da Mentor Worldwide LLC, com sede na California, nos EUA, empresa que é parte da Johnson & Johnson Medical Companies – que, no Brasil, é representada pela Johnson & Johnson Medical Brasil, divisão da Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda.

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Abaixo segue um vídeo que mostra melhor como funciona o Spectra:

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Sobre a Mentor
Mentor Worldwide LLC é líder no mercado global de cirurgia estética e reconstrutiva e se dedica ao desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos baseados na ciência para procedimentos médicos cirúrgicos e não-cirúrgicos. Estes procedimentos permitem aos pacientes manter uma aparência mais jovem e melhorar a qualidade de suas vidas.

Sobre a Johnson & Johnson Medical Brasil
A Johnson & Johnson Medical Brasil, divisão da Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda., oferece equipamentos médicos e tecnologia de diagnósticos que melhoram os resultados de tratamentos aos pacientes. Suas áreas-foco incluem: monitoramento de glicose no sangue, doenças do sistema circulatório, diagnósticos, cirurgias minimamente invasivas, esterilização, tratamentos neurológicos, reconstrução ortopédica de juntas, tratamentos da coluna vertebral, medicina esportiva, suturas, cirurgia plástica, saúde da mulher e tratamento para ferimentos.

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Informações adicionais:

Fonte: Arroba Newsroom – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

Imagem: Divulgação



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Pesquisa sugere se apaixonas para sentir menos dores físicas


Cientistas descobrem que, apesar do amor poder causar algum desconforto emocional quando não é correspondido, pode também aliviar os desconfortos físicos

Sean Makey, da Universidade de Stanford, é o cientista responsável pela descoberta, onde explica que o amor ativa um sistema primitivo dos nossos organismos que causa um impacto direto na forma de como sentimos dor.

A pesquisa analisou 15 estudantes que diziam estar “loucamente apaixonados” onde deveriam trazer duas fotos, uma do seu amado e outra de um amigo. No teste deveriam segurar um bloco que podia ficar muito quente ou frio, causando dor ou não. Enquanto seguravam o bloco, eles deveriam olhar para a foto do seu amigo e dizer o quanto sentiam dor e depois olhar para a foto do seu amado e dizer o quanto sentiam dor.

Os resultados mostraram que a foto da pessoa amada realmente diminuía a sensação da dor.



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Cientista ucraniana cria sutiã que vira máscara de proteção


Uma cientista ucraniana chamada Elena Bodnar criou um sutiã que vira máscara de proteção. O sutiã pode ser separado e virar duas máscaras que filtram as substâncias nocivas no ar. Segundo Elena, o sutiã é totalmente ajustável, independente do tamanho do seu bojo.

A cientista venceu com sua invenção a categoria saúde pública do prêmio Ig Nobel 2009, que é concedido pela revista Anais da Ciência Improvável.



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Modelos plus size lindas


America Ferrera – Ficou famosa pelo seu papel em “Ugly Betty”, mas em 2007 foi eleita uma das top artistas do entretenimento de seu tempo pela Time Magazine.

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Barbara Brickner – Foi chamada para um trabalho como modelo plus size por um jurado de um concurso e saiu ofendida. Algumas semanas depois, ela se acalmou e aceitou a oferta.

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Charlotte Coyle – Participou de um documentário chamado Fat Beauty Contest, no qual ela organizou o primeiro concurso de beleza para modelos plus size do Reino Unido.

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Christina Hendricks – Famosa pelo papel de Joan, na série Mad Men. Recentemente, declarou para a imprensa que é muito difícil conseguir vestidos para tapetes vermelhos quando se é curvilínea.

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Crystal Renn – Uma das modelos plus size mais famosa atualmente. Depois de vencer a anorexia, aprendeu a aceitar seu corpo como ele é.

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Fluvia Lacerda – Conhecida como “Gisele Bündchen plus size” e mora nos Estados Unidos há 14 anos.

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Jennifer Coolidge – Impossível não ver a atriz Jennifer Coolidge e não se lembrar da “mãe do Stifler”, seu papel em no filme American Pie.

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Justine Legault – A beleza clássica da canadense Justine Legault já lhe rendeu um ensaio de moda de oito páginas na revista Clin d’Oeil.

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Kate Dillon – Também venceu a anorexia. Quando tinha 12 anos era alvo de piadas na escola, e acabou passando os cinco anos seguintes quase sem comer. Só voltou a se alimentar normalmente quando percebeu que corria sério risco de vida.

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Lizzie Miller – Causou polêmica ao aparecer sem roupa – e sem photoshop – em um ensaio da Glamour Magazine. A revista teve recorde de emails de pessoas do mundo inteiro dizendo o quanto Lizzie é linda.

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Maggie Brown – É uma americana de decendência asiática, que cresceu no Hawaii e em 2006 ganhou um concurso especial de beleza plus size no programa de auditório da modelo Tyra Banks.

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Mia Tyler

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Sara Ramirez – Famosa pelo papel da médica Callie Torres, na série Grey’s Anatomy

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Toccara Jones – É até hoje relembrada como uma das mais memoráveis participantes do America’s Next Top Model. Ela ficou em sétimo lugar na terceira temporada do reality show.

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Whitney Thompson – Foi a primeira modelo plus size a vencer um America’s Next Top Model, na décima temporada do reality.

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Informações adicionais:

Se você ficou interessada em saber mais sobre as modelos plus size.. veja esta matéria “Relembrando a mulher da página 194″



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