Tutorial geral sobre camisinha feminina
O que é? Como funciona? Como usar? Saiba tudo isso e mais algumas dicas com este vídeo:
O que é? Como funciona? Como usar? Saiba tudo isso e mais algumas dicas com este vídeo:
A FDA, agência americana que regula alimentos e remédios, autorizou a venda nos EUA de um contraceptivo que pode ser tomado pela mulher até cinco dias após uma relação sexual desprotegida.
A pílula, chamada de “Ella”, é fabricada pela empresa francesa HRA Pharma e vem sendo comercializada na Europa desde maio de 2009. A “Ella” atua inibindo ou atrasando a ovulação, interferindo na ação do hormônio progesterona, crucial para a evolução da gravidez.
Entre os efeitos colaterais da pílula, diz a FDA, que publicou a autorização na sexta-feira, estão náusea, dor de cabeça e dor abdominal. Por isso, diz a agência, o “anticoncepcional de emergência” não deve ser usado rotineiramente.
A aprovação do medicamento repercutiu entre grupos pró e antiaborto nos EUA. “Toda mulher merece ter à mão todas opções disponíveis para prevenir uma gestação não planejada”, diz Cecile Richards, presidente da Planned Parenthood, ONG que apoia o aborto legal, permitido nos EUA.
“Ella é uma droga abortiva”, afirmou ao Washington Post Wendy Wright, presidente da Concerned Women for America, organização antia-borto. “Ella opera da mesma forma que a RU-486 – uma droga abortiva”, diz. O fabricante da Ella nega a acusação, dizendo que o medicamento é apenas um contraceptivo.
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Informações adicionais:
Fonte: Destak Jornal – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

A documentarista americana Liz Canner acha que não vão. Depois de pesquisar a sexualidade feminina, Liz não acredita que seja possível criar uma pílula que seja tão eficiente quanto o foi o Viagra para a vida sexual dos homens – e muitos médicos e cientistas têm a mesma opinião. No mês passado, o FDA (Food and Drugs Administration), órgão americano equivalente à Anvisa no Brasil, negou a aprovação da flibanserina, que tentava ser a primeira “pílula do orgasmo feminino” no mercado. A droga, criada pelo laboratório alemão Boehringer Ingelheim, não foi considerada eficiente o bastante no que se propunha: melhorar a vida sexual das mulheres.
A corrida para encontrar o Viagra feminino – um mercado estimado em 2 bilhões de dólares – não terminou, mas, em seu documentário Orgasm Inc., relançado recentemente, Liz mostra algumas das razões pelas quais ela será muito mais longa e cheia de percalços do que a que levou à descoberta da droga da ereção masculina. Nesta entrevista ao Mulher 7×7, ela fala sobre como estudar a busca da indústria farmacêutica pela “pílula do orgasmo” a ajudou a entender a sexualidade feminina e como ser mais feliz no sexo.
Por que você decidiu fazer um documentário sobre a “indústria do orgasmo”?
Liz Canner – Nunca planejei fazer um documentário de denúncia sobre a indústria farmacêutica. Venho fazendo documentários há mais de dez anos sobre direitos humanos e estava extremamente cansada. Porque, quando você faz um documentário, assiste às mesmas cenas centenas de vezes. E eu estava começando a ficar deprimida com a condição humana, tendo pesadelos com o que havia filmado. Eram temas muito pesados, como genocídio. Então decidi fazer um documentário sobre a mulher e o prazer. Comecei fazendo uma pesquisa sobre o que a ciência sabia sobre o prazer feminino. E há uma história de tornar a sexualidade feminina em uma patologia, como a histeria, a ninfomania. É fascinante e interessante notar que, geralmente, há muitas razões políticas e poucos dados científicos por trás dessas visões. Do nada, uma empresa farmacêutica me chamou para editar vídeos eróticos para mulheres, que eles usariam em um estudo sobre a eficácia de um creme que indiziria o orgasmo. Aceitei o convite e foi então que fiquei sabendo da chamada “disfunção sexual feminina”. Não tinha visto esse termo em nenhum lugar na literatura científica. Nem tinha visto o número que eles estavam divulgando, de que 43% das mulheres sofriam dessa disfunção. Isso me deixou muito curiosa e comecei a fazer perguntas. Mas eles não tinham respostas para todas elas porque não há evidências científicas suficientes sobre o assunto.
Mas o que é a “disfunção sexual feminina”?
Para desenvolver um remédio é preciso uma doença. Então 19 médicos formaram um comitê que definiu o que é a “disfunção sexual feminina”. O problema é que esses 19 médicos tinham ligações com 22 empresas farmacêuticas. Basicamente, a doença foi definida por pessoas ligadas à indústria e foi definida de maneira muito ampla. O risco é que mulheres saudáveis acabem tomando remédios de que elas não precisam e que podem lhes trazer danos. Dado o potencial desse mercado, eles não economizarão dinheiro para convercer as mulheres de que elas estão doentes.
Você foi ouvida pelo FDA no painel que decidiu pela não-aprovação da droga. Sobre o que você falou?
Durante a sessão falei sobre as ações de marketing do novo medicamento, que são abusivas. Parte do problema é que essa droga não funciona muito bem, então, a empresa vai ter um trabalho muito maior para convencer as mulheres a consumi-la. As empresas estão gastando muito dinheiro em marketing não apenas para dizer que muitas mulheres com baixa libido têm disfunção sexual como para convencer que essa baixa de libido é resultado de um desequilíbrio de neurotransmissores. E não há evidências científicas suficientes de que esse seja o problema. Ser vítima de abuso sexual ou estar em uma situação de estresse pode estar por trás da falta de desejo. Basicamente, o FDA olhou para os dados e decidiu que a flibanserina não mostrou evidências suficientes de seu benefício. A melhora era muito próxima da obtida com uso de placebo e não havia dados sobre o aumento da libido – a pesquisa considerava apenas o número de relações sexuais satisfatórias. Além disso, a droga tinha entre os efeitos colaterais desmaios, tontura, depressão. O sentimento geral foi que o benefício não era superior aos riscos.
O que poderia acontecer se a flibanserina tivesse sido aprovada?
O risco é que a indústria farmacêutica consiga fazer as mulheres acreditarem que há algo errado com elas se as experiências sexuais delas não foram iguais às dos filmes. Se você as fizer acreditar que as mulheres precisam ter um orgasmo toda vez que transarem ou que têm que pensar em sexo o tempo todo, então, quase todo mundo, em algum ponto da vida, vai ter essa disfunção. Mas isso não é real.
Não podemos ignorar, porém, que há algumas mulheres que realmente sofrem uma disfunção sexual por problemas clínicos, como por exemplo depois de uma histerectomia ou ao tomar antidepressivos. Há também o vaginismo ou o estreitamento vaginal, que causam dor durante a relação. Há algumas condições médicas que realmente afetam o desempenho sexual, mas elas não são a maioria.
Ouvimos muito que muitas mulheres estão infelizes com suas vidas sexuais. Até que ponto isso é verdade?
É muito difícil avaliar isso, saber os números. Depende também das suas expectativas. Mas é fato que, nos Estados Unidos, não temos uma educação sexual muito boa. Somos uma sociedade esquizofrênica: ensinamos a abstinência e não falamos sobre o clitóris e sobre como 75% das mulheres precisam estimulá-lo para atingir um orgasmo. Nós não ensinamos o básico. Ao mesmo tempo, as crianças entram em contato com a pornografia aos 11 anos. Você tem expressões extremas de sexualidade e instituições repressoras. Isso torna as coisas muito confusas para as pessoas e facilita a percepção de que há algo errado com a vida sexual delas.
Mas existe um problema com a sexualidade das mulheres ou é apenas a tentativa da indústria de criar um produto tão lucrativo quanto o Viagra?
Certamente os esforços da indústria estão ligados ao sucesso e ao lucro do Viagra. Eles não estão baseados em uma grande descoberta científica. No início, eles acharam que o Viagra poderia funcionar também para as mulheres. Mas não era o caso. Embora algumas mulheres experimentassem uma circulação sanguínea melhor na região vaginal ao tomar o remédio, isso não significava que elas tinham uma vida sexual mais prazerosa. O problema sexual de algumas mulheres não é como um câncer, que está lá, você pode ver. É muito subjetivo, muito baseado nas suas expectativas pessoais. Existe dúvida se o problema é físico ou psicológico, após um trauma por abuso sexual, por exemplo. O risco é que essas drogas mascarem as verdadeiras raízes do problema: a falta de uma boa educação sexual, o alto número de mulheres que sofrem abuso, a desigualdade entre os gêneros no trabalho e nos relacionamentos. Há mulheres que trabalham 40 horas por semana, fazem todo o trabalho doméstico. Se a indústria inventasse uma fórmula para acabar com o trabalho doméstico talvez fosse muito mais eficiente do que um Viagra.
A minha preocupação é estarmos usando remédios para evitar lidar com o verdadeiro problema. No teste do medicamento avaliado pelo FDA, só de manter um diário sobre sua vida sexual as mulheres já reportavam melhora. Era como um aviso para elas prestarem atenção às suas vidas sexuais, para colocarem mais esforço nisso. Até falar com o médico sobre o assunto pode fazê-las se sentir melhor.
Existe um nível normal de libido para as mulheres?
Não há nada que diga que, para ser saudável, uma mulher precisa ter 20 pensamentos sexuais por dia. Não há ciência de verdade por trás disso. Acho interessante pensar que as indústrias não estão correndo atrás de uma droga do desejo para homens. É culturalmente aceito que eles não têm problema com isso.
Você entrevistou algumas mulheres que se submeteram a experimentos farmacêuticos radicais em busca do prazer. Por que elas aceitaram ser cobais?
Entrevistei uma mulher em Chicago que implantou o orgasmatron (eletrodos colocados ao longo da coluna por meio de uma cirurgia) e foi muito estressante. Ela me disse que se submeteu o procedimento porque atingia o orgasmo, mas não durante a penetração. Mas mais de 70% das mulheres precisam de estimulação clitoriana para chegar ao orgasmo. Ela arriscou ficar paralisada e era uma mulher perfeitamente saudável. É preciso melhorar a educação sexual e o trabalho dos médicos, que deveriam entender melhor o problema de suas pacientes antes de incluí-las em um teste.
O documentário também fala sobre o aumento das cirurgias plásticas vaginais. O que isso tem a ver com a indústria do orgasmo?
Não estava planejando incluir o assunto no documentário porque me pareceu muito marginal. Quem faria isso a si mesma? Mas, infelizmente, mais do que as outras cirurgias, essas cresceram em procura. E há cirurgiões plásticos e ginecologistas desenvolvendo suas próprias técnicas e aplicando sem nenhuma aprovação de um conselho médico. Há cirurgias para estreitar, para aumentar o ponto G. Há quem aplique botox, diminua o clitóris. É uma espécie de tortura à genitália feminina. A principal Associação Ginecológica, com mais de 200 mil integrantes, divulgou uma declaração recomendando que os médicos não façam esse tipo de cirurgia porque elas podem causar problemas para toda vida. É como cortar uma parte do pênis. Ninguém pensa em fazer isso.
Por que tantas mulheres procuram esse tipo de cirurgia?
Acho que isso está ligado à imagem ruim que as mulheres têm de sua própria genitália. Outra questão é que muitas mulheres jovens estão se depilando e as fotos de nu que elas veem na internet às vezes são alteradas. A realidade é que há vaginas de vários tamanhos e formas, nem todas são simétricas e tudo bem. Todas são bonitas e cumprem sua função. A cirurgia vaginal é a última fronteira da cirurgia plástica e há quem queira nos fazer inseguras com qualquer coisa. O setor deveria ser mais bem regulado.
Se não há um remédio capaz de aumentar o desejo sexual, o que as mulheres podem fazer para melhorar suas vidas sexuais?
Mesmo com uma baixa libido a mulher pode ter uma experiência prazerosa com o sexo. Susan Bennett, professora da Faculdade de Medicina de Harvard, diz que o sexo pode ser como ir a uma sorveteria com seu parceiro. Ele pede um sundae e você não está com fome. Mas você pega aquele sorvete, dá a primeira mordida e o gosto é muito bom. E você quer tomar mais. Às vezes é só uma questão de se permitir experimentar o primeiro pedaço. Não precisamos de um Viagra. A realidade é que as mulheres têm mais potencial em prolongar o prazer e ter mais orgasmos em uma relação que o homem.
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Assista ao trailer do documentário, que já foi exibido no Brasil no canal GNT.
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Informações adicionais:
Fonte: Mulher 7×7 – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.
Imagem: Becca
A médica sul-africana Sonnet Ehlers passou há 40 anos atrás por uma triste história, onde recebeu uma mulher vítima de estupro em seu plantão. Ela estava tão machucada que a médica a classificou como “morta viva” e não conseguiu salvar a vida dela, porém jurou que faria algo para impedir que coisas assim acontecessem novamente, e cumpriu sua promessa criando a Rape-aXe (“Rape”, em inglês, é estupro e “Axe” é machado)
Em 2005 desenvolveu um preservativo feminino (de látex) que evita o estupro. Ela funciona seguinte forma: A mulher insere a camisinha como se fosse um tampão na vagina e seus “ganchos” ou “dentes” não entram em contato com a vagina, pois ficam para dentro da camisinha. Eles são afiados como uma navalha e caso o homem queira introduzir o pênis na mulher, a Rape-aXe prende e corta. Caso isso aconteça, a retirada é feita apenas com uma cirurgia, fazendo assim, com que o possível agressor se entregue.
Apesar de ser desconfortável para quem usa, a camisinha não causa nenhum dano à mulher.
Como a África do Sul tem um dos maiores índices de estupros do mundo, Sonnet doou 30 mil unidades para serem distribuídas durante a copa, mas normalmente a camisinha deve custar em torno de US$ 2,00 (R$ 3,54).

Claro que sempre há críticos, e eles dizem que a camisinha é uma “arma medieval” e que pode trazer riscos às mulheres, mas a médica Sonnet acredita que sendo usada em situações de insegurança, deve inibir os homens de má índole.
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Veja o vídeo abaixo de como funciona:
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Saiba como utilizar uma camisinha feminina acesse o: site da BVS
Para saber mais sobre a Rape-aXe, camisinha anti estupro, visite o: site oficial
Matéria de 2005 falando falando sobre a camisinha anti estupro: site Terra
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Informações adicionais:
Fonte: CNN
Imagens: antirape.co.za

Alguns casais passam pela dificuldade de não poderem ter filhos, mas você sabe quais são as principais causas da infertilidade feminina? Confira abaixo alguns detalhes sobre os procedimentos de reprodução assistida, listada pela ginecologista Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo:
Que atire a primeira aliança aquele que não concorda com essa lista:


Se você pensa que um dia ao se casar sua vida sexual pode acabar? Está correta! Pelo menos é o que diz uma pesquisa feita no site iVillage, dos Estados Unidos, envolvendo 2 mil mulheres casadas entre 18 a 49 anos. Foi analisado que 63% delas, preferem dormir, ver filmes ou ler a transar com o marido.
E pasmem! 77% das entrevistadas, disseram estar de “razoavelmente” a “muito satisfeitas” com a vida sexual (os homens não foram consultados).
Abaixo, alguns pontos referente às pesquisa:
Muita mulher sonha em fazer lipo, dar aquela “esticadinha”, levantar o nariz, aumentar os seios ou mesmo turbinar o bumbum. Vamos pensar bem, será que essa plástica é mesmo para vocês? Quais são seus objetivos? Ficar bonita? Rejuvenescer? Manter o casamento? Fazer inveja para sua amiga? Entrar no BBB? Muitas mulheres recorrem à plástica pensando que melhorar a cobertura vai fazer o recheio do bolo ficar mais gostoso.
Todas nós sabemos que assim como ficar bela com uma plástica as coisas podem virar um pesadelo. Hoje vamos mostrar algumas mulheres que optaram pela plástica e que não “caiu” bem:
Jackie Stallone
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Joan Van Ark
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Jocelyn Wildenstein
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Johanna Tukiainen
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Lara Flynn Boyle
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Priscilla Presley
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Donatela Versace
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Primeiramente, você deve estar se perguntando o que vasectomia tem haver com a mulher, correto? Como já falamos sobre os tipos de métodos contraceptivos, como pílula, DIU, emplastros e outros, nada mais normal, do que apresentar mais um método, só que para os homens, onde é super importante que saibamos se vale a pena o nosso parceiro aderir à vasectomia, afinal, estamos cansadas de tomar remédio pra hormônio, pílulas e outros.. agora é a vez dos homens cuidarem do “planejamento familiar”.
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Quando o assunto é o planejamento familiar, a vasectomia é um ótimo método contraceptivo recomendado por urologistas. O problema é que muitos homens e mulheres ainda têm lá suas dúvidas sobre esse assunto um pouco “incomum” ainda.
Como tudo na vida devemos procurar esclarecimentos sobre o assunto, o Dr. Oskar Kaufmann especialista em urologia, esclarecerá os 10 mitos abaixo sobre a vasectomia:
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A vasectomia é simples?
Sim, principalmente quando se compara com o ligamento das trompas realizado nas mulheres. Nos homens, o cirurgião corta os canais diferentes, onde os dois canais transportam o esperma dos testículos para a uretra. As duas extremidades são seccionadas e então amarradas. Com a interrupção dos dutos deferentes, o sêmen fica sem espermatozóides.
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A vasectomia significa a esterilização definitiva do homem?
Existe a possibilidade de reversão. A vasectomia é um procedimento moderno e eficiente que chegou para a contracepção masculina. Tende a ter resultados definitivos, mas que, em função da evolução da evolução técnica cirúrgica, pode ser revertida.
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Como funciona a reversão da vasectomia?
É realizada por meio de um procedimento conhecido como vasovasostomia, que terá mais chances de sucesso se realizada até 10 anos após a cirurgia.
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A vasectomia só é realizada quando envolve o planejamento familiar?
O perfil ideal são homens que já têm família construída e não pretendem mais ter filhos.
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A vasectomia só é indicada para homens férteis acima dos 30 anos?
Não necessariamente. Mas é recomendado que o homem tenha no mínimo 2 filhos.
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Homens que fizerem a vasectomia perderão sua masculinidade?
Não, pois não existe nenhuma relação entre a vasectomia e a potência ou performance sexual do homem. Além disso, a vasectomia não causa impotência sexual.
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Após a vasectomia, o homem não ejacula mais e perde o libido?
Não. O homem ejaculará normalmente, apenas o seu sêmen não terá mais espermatozóides. Funciona como uma peneira.
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Após fazer a vasectomia, o homem sentirá dores no pênis ao transar?
No início geralmente existe aquela percepção que “foi mexido”, principalmente na região escrotal, mas que não chega a configurar dor. Durante a relação pode-se ficar tranquilo pois não sentirá dor.
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A vasectomia é igual a um processo de castramento e o órgão sexual masculino é mutilado?
Não. A vasectomia é uma operação que se faz geralmente com anestesia local. São feito dois pequenos cortes no escroto (não no pênis) e que são fechados por 2 pontos. Não existe relação entre vasectomia e o pênis. E não há riscos de mutilação.
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Após a vasectomia, o órgão sexual diminui de tamanho?
Não. O escroto permanece igual.
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A canadense Lisa Murphy lançou o primeiro livro erótico adaptado para cegos. Chamado de Tactile Mind (mente tátil em português), vem com alguns textos picantes em braille e imagens em alto relevo.
“A Playboy chegou a fazer edições com texto em braille, mas não com fotos em alto relevo”, diz Lisa, que usou amigos como modelos cobertos de látex e depois, com os moldes, fez esculturas de cerâmica. Para ela, os deficientes visuais foram esquecidos pela cultura erótica.
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Informações adicionais:
Custa certa de R$ 400,00 reais.