Escrito por Xu Sauro em 19 abril 2010

Muitas mulheres que não foram abençoadas por um bumbum recheadinho, podem conquistá-lo não só através de muita academia, mas também com o famoso silicone.
De acordo com pesquisas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o Brasil é o campeão no quesito silicone, com 21% de implantes no bumbum, ultrapassando até mesmo a lipoaspiração, que é tão comum.
Do contrário que muitos pensam, a procura por este “up” no bumbum, é uma das procuras feitas pelos homens também.
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Mas e a cirurgia como é feita?
Existem dois modos, onde a primeira é usar, além de prótese, a própria gordura do paciente para favorecer o preenchimento. Neste caso, é colocado uma prótese menor. No segundo modo são para as pessoas magras demais ou que não querem passar por esse processo de reinserção, onde muitas pessoas já reclamaram que acabar “emagrecendo” a gordura colocada no bumbum, neste caso, coloca-se apenas uma prótese maior.
De acordo com o cirurgião plástico Marco Túlio, geralmente é optado pela cirurgia mista, onde são 70% de gordura e o restante de silicone.
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Como é a prótese?
Na verdade não é apenas um tipo de prótese, elas são diferentes das colocadas nas mamas, além de serem mais rígidas e espessas, evitando qualquer vazamento.
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Há algum tipo de restrição?
Com relação a saúde do paciente, é evitado algumas doença auto imune, como diabetes ou lúpus, doenças de colágeno, como a esclerodermia ou pressão alta e disfunções intestinais. Essas doenças causam maior dificuldade de cicatrização e grande risco de contaminação em função da vulnerabilidade da área.
Quanto ao material usado, é necessário prestar atenção para próteses que podem causar rejeição do organismo, como o polimetilmetalidrato, onde as reações do organismo podem ser graves na tentativa de expelir o produto.
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Como é o pós operatório?
É recomendado ficar no mínimo 20 dias em repouso sentado sem apoiar o corpo forçando os glúteos, mas o tempo ideal mesmo re recuperação são de 2 meses, sendo que depois dos 20 dias o paciente já pode ter uma vida normal sem tantas restrições.
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Imagem: Anna