Escrito por Xu Sauro em 26 julho 2010
Quando se fala em doenças relacionadas às mamas o que primeiramente vem à cabeça das mulheres é o câncer. Porém, existem outros problemas que podem atingi-las e que são bem menos lembrados. São as dores nas mamas. De cada 10 mulheres que procuram um mastologista sete reclamam de dores.
Para o mastologista Leandro De Vito, esta é uma questão que deve ser investigada porque diminui a qualidade de vida das mulheres. “Mas não chega a ser sinal de doenças graves ou mesmo de um câncer de mama”, afirma.
Segundo o especialista, as dores, que podem ser fortes, pulsantes, do centro para as bordas ou com sensação de queimação, estão ligadas ao estresse e tensões sofridas pela mulher ou mesmo pelo seu hábito alimentar ou de fumar. “Pode ser de um lado só, dos dois, pode acompanhar o ciclo menstrual ou não. O caso das dores antes da menstruação é que, seja no período que antecede a menstruação ou mesmo durante o ciclo, a mama fica cheia de líquido e a mulher sente o corpo inchado, o que causa o incômodo”, frisa.
.
Cuidados:
Por ser possuidora de muitas terminações nervosas é comum a maioria das mulheres sentir algum tipo de dor ou mesmo um pequeno incômodo rotineiro nas mamas. Mas o médico explica que há algumas formas de amenizar o problema. “Uma boa alimentação é evitar o cigarro, que aumenta muito essa sensibilidade, são recomendáveis.
O café, o chocolate e a Coca-Cola em excesso não levam à dor, mas também aumentam a sensibilidade. Reduzindo seu consumo é possível sentir uma melhora”, conta De Vito.
Já o uso de analgésicos para atenuar as dores, precisa de acompanhamento médico. “Porque alguns tipos de infecções podem começar com essas dores, vermelhidão, e apenas um exame mais detalhado e feito por especialista vai detectar alterações importantes que necessitam de tratamento”, frisa. O mastologista faz, ainda, um alerta importante. “Quando é do lado esquerdo, que caminha para o braço, chamamos a atenção para a possibilidade de doenças do coração. Não é só a mama que merece atenção, nesse caso”, completa.
.
Informações adicionais:
Fonte: JM Online – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.
Tags: câncer, câncer de mama, ciclo menstrual, dores na mama, estresse, JM Online, Leandro De Vito, mama, mastologista, menstruação, peito, seios, stress, TPM
Postado nas categorias: .: Saúde yeah! yeah! :., Saúde
Escrito por Xu Sauro em 11 junho 2010

Cerca de 30% da população mundial tem ou terá depressão, de acordo com a psiquiatra Fernanda Piotto Fralonardo, coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial da Faculdade de Medicina do ABC, sendo que desse percentual, são as mulheres que tem mais chances de enfrentar o problema nas fases pré, pós menopausa e pós parto.
Abaixo segue 15 curiosidades sobre a depressão:
- É o resultado da diminuição de substâncias neuroquímicas do cérebro, principalmente da serotonina, ligada ao bem estar e o prazer;
- A incidência é similar em mulheres e homens, o que muda é que as mulheres procuram mais pelo tratamento;
- O estrogênio e a progesterona, hormônios femininos, teriam fator protetor, assim, nas fases pré e pós menopausa, quando diminuem ,o risco de depressão das mulheres cresce. O ciclo menstrual irregular também teria mais tendência;
- A depressão pós parto está ligada à diminuição abrupta dos hormônios. De maneira geral, é comum que a nova mãe apresente quadro de tristeza até 30 dias depois de dar a luz, justamente pela mudança hormonal. Depois desse período, se o problema persistir, pode ser então, um indício da patologia e deve procurar a ajuda de um médico;
- A patologia está relacionada com a redução da libido, tanto de mulheres quanto homens e o seu motivo é a queda da serotonina;
- Grande parte das medicações antidepressivas tem como efeito colateral justamente a baixa da libido. Portanto, durante o tratamento, a paciente pode até apresentar piora nesse aspecto. O psiquiatra tem como opção indicar um remédio que interfira menos no desejo sexual às pacientes com o incômodo acentuado;
- A causa da depressão é desconhecida, mas sabe-se que existe predisposição genética. Quem tem parente de primeiro grau que desenvolveu a doença apresenta chance até quatro vezes maior de ficar depressivo;
- Ao contrário do que a maioria pensa, a tristeza não é o principal sintoma, mas sim o segundo. O primeiro é a perda de prazer em vários aspectos da vida. Entre os outros indícios estão alterações de sono, apetite, memória, perda da capacidade de se concentrar, sentimento de culpa, negativismo, crises de choro;
- Para ser depressão, os sintomas devem durar mais que 30 dias;
- O diagnóstico é feito por meio de consulta com psiquiatra, em que a paciente deve contar o que sente, e de exames, que afastam as hipóteses de outras doenças que apresentam sintomas similares, como alterações de tireóide e tumores cerebrais;
- Estudos indicam que associar remédios à psicoterapia torna o tratamento mais efetivo;
- Se seguir o tratamento à risca, as chances de não voltar a ter o problema vão de 60% a 70%;
- Os medicamentos costumam ser ingeridos até 8 meses após o fim dos sintomas;
- A falta de tratamento correto abre espaço para quadros recorrentes, suicídios e depressão psicótica, quando a pessoa perde o centro da realidade e chega até a escutar vozes;
- A depressão é considerada uma doença de adultos, com maior incidência a partir dos 30 anos. Mas crianças e adolescentes podem apresentá-la também.
.
Informações adicionais:
Foto: Elja Vellekoop
.
Tags: Centro de Atenção Psicossocial, ciclo menstrual, deprê, depressão, depressão feminina, depressiva, depressivo, estrogênio, Faculdade de Medicina do ABC, Fernanda Piotto Fralonardo, gestante, grávida, hormônio feminino, libido, Mãe, meno pausa, menopausa, parto, patologia, pós menopausa, pós parto, progesterona, psicoterapia, psiquiatra, risco de depressão, serotonina
Postado nas categorias: .: Nossas dicas :., .: Saúde yeah! yeah! :., Dicas, Mãe, Saúde