Matéria com ‘depressão’


Quanto tempo dura a dor da separação?


Fim de relacionamento, seja ele um casamento, um longo namoro ou uma união estável, não é muito fácil de ser superado. E depende muito do grau de envolvimento, do tempo, da história do casal. No entanto, mesmo com essas variáveis, pesquisadores afirmam que existe uma média para resolver o assunto, pelo menos na cabeça: 17 meses e 26 dias.

O prazo foi estipulado depois que 4 mil divorciados foram ouvidos pelo site de relacionamento Fifties, que realizou a pesquisa. “O levantamento aponta o prazo médio depois que o divórcio é finalizado, mas é importante lembrar que as pessoas normalmente já estão separadas por um longo período antes disso, portanto deve levar anos para a poeira assentar depois de um rompimento”, declarou uma fonte do site ao jornal inglês Daily Mail.




Para 60% dos entrevistados, o pior a ser superado é o sentimento de fracasso com o fim do relacionamento e, para 20%, lidar com o sentimento de perda foi mais difícil do que tratar dos aspectos práticos, como pensão alimentícia, divisão de bens.

Outros 20% disseram que apesar de deixar a questão no passado, acreditam que nunca irão realmente superar a questão para si mesmos. Cinco por cento dos entrevistados admitiram estar divorciados há anos e o assunto ainda ser motivo de sofrimento.

Mesmo os que lidam bem com o tema dizem que a separação foi a pior situação pela qual já passaram na vida, sentimento compartilhado por mais de 50% dos entrevistados.

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Relato de Núbia:

Quanto a mim, (sim, eu sou divorciada!), doeram por exatos dois anos. Até que um dia, sério, foi de um dia para o outro [rs], eu acordei e não sentia absolutamente nada. Me senti tão feliz, parecia que alguns grilhões haviam sido arrancados da minha vida, da minha alma. Foi um sentimento de liberdade, nunca antes experimentado. Concordo com a pesquisa, e entendo que de fato, o nosso cérebro precisa de um tempo pra cura, pra se desintoxicar, e estar completamente sarado pra encarar uma outra relação de forma saudável.

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Informações adicionais:

Fonte: Cafofo da Núbia – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

Imagem: nikolinelr



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Panicat Piu Piu dá dicas de como superar um fora


Que mulher que nunca ficou chateada ou até mesmo desesperada depois de levar um fora? Que atitudes tomar? Ligar para ele? Deixar quieto? Afogar as mágoas em uma caixa de bombons? Muitas mulheres não sabem como lidar com esse tipo de situação.. o que fazer nessa hora? Por isso, a nova consultora sentimental, a Panicat Piu Piu (Lizzi Benites de 30 anos) ensinará 8 dicas infalíveis para superar este fora.

“Não fico vivendo o problema. Não vou ficar chorando ou remoendo. Acho que a pessoa tem que aceitar. Se no caso, o homem não quer ficar comigo, não quer estar junto, você não tem o que fazer. Vá viver da melhor forma possível, vá ser feliz”, diz Piu Piu.

  1. Balada:
    Ficar em casa repassando o que aconteceu ou revendo fotos e cartas não está com nada. Programe-se e faça muitas baladas. Se você aguentar, aumente o número que costuma fazer na semana e acabe-se na pista de dança. Além de queimar calorias, você amplia o seu radar e ocupa a mente com a visão de homens interessantes;
  2. Estar entre amigos:
    Com certeza você tem aquela amiga que não só vai lhe encher com filmes de comédia romântica para você curtir o seu momento deprê como também aquelas que sabem exatamente lhe fazer rir. Amigos são sempre a melhor opção para a gente se sentir amado;
  3. Viajar:
    Se você puder tirar uns dias livres, faça uma viagem agradável. Reveja entes queridos ou procure um lugar em que possa ficar sozinho para se reencontrar. Às vezes somos ótimas companhias para nós mesmas;
  4. Amplie o círculo social:
    Sempre é bom conhecer gente nova. Matricule-se em um novo curso, saia com os amigos de suas amigas e multiplique sua rede social. Você poderá encontrar pessoas com objetivos em comum;
  5. Ficar com a família:
    Nada mais gostoso que colo de mãe. Reserve um tempo para você e suas irmãs, por exemplo. Relembre programas antigos, faça aquela receita que sua avó lhe ensinou e passe um tempo ouvindo as histórias do seu pai. É sempre bom buscar aconchego no lar;
  6. Malhar ao invés de comer tanto chocolate:
    Atividade física é bom para extravasar. Caso você não seja adepto de qualquer modalidade, reserve um tempo para dar uma caminhada em algum lugar tranquilo e bonito. Correr, andar é uma forma também de meditação;
  7. Focar mais no trabalho:
    Transforme o seu sofrimento em produtividade. Aproveite para se dedicar mais a antigos projetos, participe mais e dê idéias. Além de se reciclar, você estará ocupando sua mente com o que realmente interessa;
  8. Shopterapia:
    Essa é a máxima mais certeira do universo feminino. Comprar roupas novas, mudar o visual e sentir-se linda é remédio suficiente para acabar com qualquer dor de cotovelo elevar a autoestima. Quem sabe você já não atrai outro pretendente, hein?

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É isso gata..! Então levanta esse astral, faz um make divino, usa aquela roupinha maravilhosa e vai pra gandaia :)



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15 curiosidades sobre a depressão


Cerca de 30% da população mundial tem ou terá depressão, de acordo com a psiquiatra Fernanda Piotto Fralonardo, coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial da Faculdade de Medicina do ABC, sendo que desse percentual, são as mulheres que tem mais chances de enfrentar o problema nas fases pré, pós menopausa e pós parto.

Abaixo segue 15 curiosidades sobre a depressão:

  1. É o resultado da diminuição de substâncias neuroquímicas do cérebro, principalmente da serotonina, ligada ao bem estar e o prazer;
  2. A incidência é similar em mulheres e homens, o que muda é que as mulheres procuram mais pelo tratamento;
  3. O estrogênio e a progesterona, hormônios femininos, teriam fator protetor, assim, nas fases pré e pós menopausa, quando diminuem ,o risco de depressão das mulheres cresce. O ciclo menstrual irregular também teria mais tendência;
  4. A depressão pós parto está ligada à diminuição abrupta dos hormônios. De maneira geral, é comum que a nova mãe apresente quadro de tristeza até 30 dias depois de dar a luz, justamente pela mudança hormonal. Depois desse período, se o problema persistir, pode ser então, um indício da patologia e deve procurar a ajuda de um médico;
  5. A patologia está relacionada com a redução da libido, tanto de mulheres quanto homens e o seu motivo é a queda da serotonina;
  6. Grande parte das medicações antidepressivas tem como efeito colateral justamente a baixa da libido. Portanto, durante o tratamento, a paciente pode até apresentar piora nesse aspecto. O psiquiatra tem como opção indicar um remédio que interfira menos no desejo sexual às pacientes com o incômodo acentuado;
  7. A causa da depressão é desconhecida, mas sabe-se que existe predisposição genética. Quem tem parente de primeiro grau que desenvolveu a doença apresenta chance até quatro vezes maior de ficar depressivo;
  8. Ao contrário do que a maioria pensa, a tristeza não é o principal sintoma, mas sim o segundo. O primeiro é a perda de prazer em vários aspectos da vida. Entre os outros indícios estão alterações de sono, apetite, memória, perda da capacidade de se concentrar, sentimento de culpa, negativismo, crises de choro;
  9. Para ser depressão, os sintomas devem durar mais que 30 dias;
  10. O diagnóstico é feito por meio de consulta com psiquiatra, em que a paciente deve contar o que sente, e de exames, que afastam as hipóteses de outras doenças que apresentam sintomas similares, como alterações de tireóide e tumores cerebrais;
  11. Estudos indicam que associar remédios à psicoterapia torna o tratamento mais efetivo;
  12. Se seguir o tratamento à risca, as chances de não voltar a ter o problema vão de 60% a 70%;
  13. Os medicamentos costumam ser ingeridos até 8 meses após o fim dos sintomas;
  14. A falta de tratamento correto abre espaço para quadros recorrentes, suicídios e depressão psicótica, quando a pessoa perde o centro da realidade e chega até a escutar vozes;
  15. A depressão é considerada uma doença de adultos, com maior incidência a partir dos 30 anos. Mas crianças e adolescentes podem apresentá-la também.

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Informações adicionais:

Foto: Elja Vellekoop

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