Matéria com ‘emagrecer’


Exercitar-se durante a gravidez evita o aumento desnecessário de peso


Segundo uma revisão de 12 estudos, ser fisicamente ativa durante a gravidez ajuda as mulheres a ganhar menos peso. Os pesquisadores alemães descobriram que as mulheres que se exercitaram ganharam uma média de 0,59 quilos a menos.

Ainda há outras razões para se exercitar durante a gravidez. O exercício pode ter efeitos positivos sobre o humor e a sensibilidade à insulina em pessoas em geral, ajuda a manter o condicionamento pré-gravidez, e parece não ter efeitos negativos sobre as mulheres durante a gravidez.

Apesar da perda de peso não ser grande, mulheres que ganham muito peso durante a gravidez correm o risco de uma série de problemas, incluindo diabetes, pressão alta e complicações no parto. Um estudo recente também descobriu que mulheres que ganham mais peso durante a gravidez dão à luz a bebês mais pesados, que por sua vez são mais propensos a se tornarem adultos obesos, e a terem câncer, alergias e asma.


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Coletivamente, os estudos compararam mais de 1.000 mulheres. Os programas encorajavam as mulheres a se exercitar, aproximadamente, por até uma hora três vezes por semana, com exercícios aeróbicos, corrida, ciclismo ou fortalecimento muscular, a partir do primeiro ou segundo trimestre da gravidez.

Segundo os pesquisadores, os estudos não mostram uniformemente que o exercício está associado com menor ganho de peso durante a gravidez, mas, no geral, a tendência dos dados corre nessa direção.

Algumas mulheres perderam mais do que a média de 0,59 quilos, especificamente as mulheres que já estavam com sobrepeso ou eram obesas antes da gravidez. Outra análise que incluiu atividade física combinada com aconselhamento dietético descobriu que as mulheres que seguiram este programa ganharam quase 1,36 quilos a menos durante a gravidez.

Não é surpreendente que o exercício sozinho tenha apenas um pequeno impacto sobre o ganho de peso durante a gravidez. Os pesquisadores explicam que o que realmente importa não é apenas o quanto as mulheres se exercitam, mas também o quanto comem.

Em geral, o exercício é seguro na gravidez. Ainda assim, os pesquisadores alertam que esportes de contato extremo e outros exercícios intensos, como maratonas, não são uma boa ideia



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Emagrecer sem milagres: reeducação alimentar


O título desta matéria pode parecer similar a muitas dicas de dietas que sempre vemos por aí, não fosse por duas palavras: reeducação alimentar. O desafio de mandar embora em pouco tempo quilos que atormentam é o sonho de muitas mulheres, e a Internet é um prato cheio para as que recorrem a fórmulas quase que milagrosas.

Em meio a tantos truques há até a simpatia que promete o corpo perfeito em uma semana, apenas colocando num copo grãos de arroz correspondentes aos quilos que se quer perder e engolindo em seguida. Outras dietas não tão supersticiosas recomendam comer somente um alimento durante toda a semana.

A nutricionista do ambulatório de Distúrbios Nutricionais da Faculdade de Medicina do ABC, Narjara Pereira Leite, alerta como essas “técnicas” podem comprometer o funcionamento do nosso organismo: “Quando falamos em dieta, precisamos ter em mente a reeducação, por isso não podemos nos privar de nenhum grupo alimentar. Cada qual desempenha um papel diferente e, na ausência de um, nosso organismo pode ficar prejudicado”.

Mulheres que já travaram uma guerra contra a balança por anos, experimentaram todas as dietas e simpatias, e viram os quilos sumirem e aparecerem novamente concordam com a nutricionista: mudanças a longo prazo só são possíveis com a reeducação dos hábitos alimentares.


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Marli das Graças, 50 anos, começou com o tratamento depois dos 25 e, hoje, depois de tomar remédios e fazer “todas as dietas possíveis”, chegou à conclusão de que a reeducação é o que vai trazer “o corpo de volta à boa forma para nunca mais engordar”. Atualmente, sem remédios e com acompanhamento clínico, eliminou dois quilos em duas semanas, num processo sem sofrimento e com saúde, que ela acredita ser o segredo para “manter o peso adequado para sempre”.

Com Simone Aparecida Tofanelo, 35 anos, a decisão foi tomada mais cedo, por conta de um susto que levou: “Um médico entrou com medicamentos tarja preta para emagrecimento e quase precisei ficar internada, já que minha anemia estava muito alta. Tive também convulsão provocada, segundo alguns especialistas, pela química dos remédios”.

Além de convulsões, o emagrecimento rápido demais pode ocasionar ainda mais problemas se o limite de quilos perdidos mensalmente ultrapassar 10% do peso. “Uma pessoa que pesa 60 Kg, por exemplo, deve ter uma redução de até seis quilos por mês, senão poderá ter reflexos como queda de pressão, hipoglicemia, perda de resistência, baixa imunidade e infecções”, explica o endocrinologista pela Unifesp, João César Castro Soares, um dos autores do livro “Dieta Dissociada”.

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Em busca do bem-estar

Simone Tofanelo, depois de brincar com a saúde, optou pela reeducação e eliminou 21 quilos em oito meses. Para as pessoas que ainda não acreditam na manutenção do peso e na busca de uma vida saudável, ela deixa seu relato. “Costumo comer tudo o que sinto vontade, inclusive massas, pão doce, biscoitos, bolos, baguetes recheadas. E o melhor de tudo: jamais passei fome. Atingi meu objetivo, apesar de nem eu mesma acreditar que iria conseguir. Fui obrigada a recompor o guarda-roupa. Faço hidroginástica duas vezes por semana. Há uns três anos, comecei natação e continuo até hoje. Pratico ainda bastante caminhada. Às vezes, deixo o carro, justamente para andar, e não sinto falta de ar, como sentia antes”.

Os efeitos de uma alimentação saudável vão além de uma maior disposição física: “Uma dieta de baixa caloria e um cuidado maior em ingerir alimentos ricos em fibras, e também verduras, legumes e frutas melhoram o cabelo a pele, as unhas. O próprio emagrecimento é um bem-estar geral”, lembra o endocrinologista João Soares.

Comer adequadamente, não passar fome, ter disposição, chegar ao seu peso ideal e mantê-lo está ao alcance de todos. E, para isso, a nutricionista Narjara Leite aconselha uma dieta feita sob medida. “Aquela que leva em consideração idade, sexo, peso, estatura, atividade física, hábito alimentar, situação socioeconômica. Devemos lembrar que o cardápio para redução de peso é individual. Cada organismo tem uma necessidade calórica diferente. É preciso aprender a comer, evitando sempre excessos de guloseimas, frituras, assim como longos períodos de jejum. Também é importante aumentar o consumo de verduras, legumes e frutas. E sempre praticar atividade física”, orienta.

Para as mulheres acima dos 40 anos, ainda são necessários outros nutrientes para manter o corpo em perfeito equilíbrio. São recomendados: o consumo de leite e derivados, para garantir a reposição do cálcio e evitar a osteoporose, o consumo de soja e castanhas, para minimizar os efeitos da menopausa, o aumento da ingestão de líquidos e a redução do consumo de doces, gorduras e frituras, para evitar ganho de peso, uma vez que o metabolismo tende a ficar mais lento nesta idade.

A atividade física também é fundamental, já que ajuda a regularizar as funções do organismo, auxilia na redução de peso, controle do colesterol, triglicérides e diabetes.

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Informações adicionais:

Fonte: Escrito por Carolina de Barros do Plena Mulher – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.



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Bebidas que ajudam e prejudicam no emagrecimento


A maioria das pessoas quando quer emagrecer controla rigorosamente o que come, mas não costuma prestar atenção às bebidas, que contêm calorias e podem ser aliadas ou vilãs na perda de peso. Segundo pesquisas internacionais, um quinto das calorias totais ingeridas por dia vem das bebidas. Escolhendo as bebidas certas, você poderá acelerar seu metabolismo, diminuir seu apetite e reduzir o total de calorias ingeridas.

  • Refrigerantes:
    Toda vez que você toma um copo de refrigerante, consome centenas de calorias que não servem para nada. De acordo com o Centro de Ciências de Interesse Público, dos EUA, bebidas gaseificadas são a principal fonte de calorias da dieta americana. Cortar os refrigerantes da dieta pode ser uma boa forma de eliminar calorias, mas ainda não se provou que evitar refrigerantes ajuda a emagrecer;

  • Água:
    Beber muita água diariamente é ótimo para emagrecer. Ingerir dois copos de água antes de uma refeição ajuda o estômago a ficar mais rapidamente cheio, o que evita de a pessoa comer demais. Há também um efeito benéfico para o metabolismo;

  • Suco de uva:
    Sucos podem ser tão calóricos quanto refrescos, mas oferecem muito mais nutrientes. E isto representa um dilema: você quer as vitaminas e oxidantes sem o açúcar extra. A aposta mais segura é o suco 100% de frutas. Evite sucos com adoçantes. Pode-se reduzir calorias bebendo suco misturado a água;

  • Sucos vegetais:
    São tão nutritivos quanto o suco de frutas, com cerca de metade das calorias. Por exemplo, 12 gramas de suco de tomate tem 80 quilocalorias (kcal), enquanto a mesma quantidade de suco de laranja tem o dobro. O suco vegetal com polpa também tem elevada quantidade de fibras e pode ajudar a controlar a fome;
  • Vitaminas:
    Misture banana, morangos num shake espumante e você terá um delicioso arsenal de vitaminas e minerais para combater doenças. Quando a vitamina é preparada em casa, fica mais fácil contar calorias porque você controla melhor quais ingredientes quer usar. Em bares e restaurantes, a bebida pode levar sorvete, mel e outros produtos açucarados e adoçantes que aumentam a contagem de calorias;
  • Leite desnatado:
    Consumir alimentos ricos em cálcio pode ajudar a fortalecer um corpo, mas esse mineral não vai ajudar a perder peso, segundo novas pesquisas. Estudos anteriores sugeriram que o cálcio pode levar o organismo a queimar mais gordura, porém há poucas evidências nessas alegações. Foi mostrado que privar o corpo de cálcio pode estimular o aumento na produção de células de gordura. Então é melhor optar por laticínios desnatados;
  • Bebidas energéticas:
    Sports drinks e energéticos são bombas calóricas como refrescos com açúcar. Eles podem ter mais nutrientes, mas pode-se encontrar as mesmas vitaminas e minerais em alimentos de baixa calorias. Pessoas que precisam seguir um regime rigoroso de controle de peso devem manter-se hidratadas com água em vez de sports drinks;
  • Café:
    Quando a pessoa precisa de uma dose de cafeína, o café é melhor opção que refrigerante ou drinques energéticos. O café preto é livre de calorias e rico em antioxidantes. Estudos mostram que o consumo de quantidades moderadas de café (três a quatro xícaras por dia) melhora o humor e a concentração, e reduz o risco de diabetes tipo 2 e diferentes tipos de câncer;
  • Café com creme:
    Quando se adiciona creme, xaropes aromatizados e/ou chantilly uma simples xícara de café preto se torna um campo minado de açúcar e gordura. Alguns tipos de café podem conter 570kcal por xícara, provavelmente mais que uma refeição completa. Quem não gosta de café preto, pode adicionar um pouco de leite desnatado e adoçante para manter a contagem de calorias baixa;
  • Chá verde:
    O chá verde é outra excelente escolha quando precisamos de cafeína. A bebida não apenas é livre de calorias, mas alguns cientistas sugerem que o extrator de chá verde estimula a perda de peso através da ação de substâncias fitoquímicas. Esses compostos podem induzir temporariamente o organismo a queimar gordura. Esse benefício parece durar apenas algumas horas; então é preciso consumir a bebida pelo menos duas vezes ao dia;
  • Vinho:
    Os wine coolers podem parecer uma bebida leve, mas têm muitas calorias. Cerca de 340g contêm 190kcal e 22g de carboidratos. O vinho comum não é muito melhor, com pelo menos 100kcal em uma taça;
  • Coquetéis:
    Uma dose de licor tem menos calorias que o vinho ou wine cooler, mas misturado a refrescos ou creme, esqueça;
  • Cerveja Light:
    Cerveja realmente não ajuda a perder peso, mas quiser optar por esse tipo de bebida prefira a light. Ela tem 100kcal, 50 a menos que a comum.

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Dentre 4 os remédios mais consumidos para emagrecer no Brasil, 3 causam dependência


Conforme o Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas (Ceatox) de São Paulo, os medicamentos anorexígenos à base de anfepramona, mazindol e femproporex são os que mais causam dependência.

Já o inibidor de apetite sibutramina, vendido também com o nome de Reductil, Plenty e Sibutral, não causam dependência. No entanto, os remédios podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares, por isso, passou do grupo de receitas brancas (C1) para o azul (B2)

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Informações adicionais:

Remédios à base de anfepramona, mazindol e femproporex são de tarja preta (B2). Para comprá-los é necessário apresentar uma receita especial, na cor azul.

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Foto: Wagner Campelo



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