Matéria com ‘Juliana’


Os piores namorados EVER!


Depois do caso da traição da amiga Juliana para com a Vivian de Sorocaba, onde o marido dela tinha um caso com a amiga há 5 anos.. resolvemos fazer uma pesquisa dos piores namorados. Segue a matéria da PIX:

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1. Jebidiah James Stipe – Usou um forum na internet pra achar um cara que violentasse sua ex namorada. Ele se passou pela menina e descreveu por mensagens todas as agressões que ela (ele) queria, passou o endereço da casa da menina e o cara que topou foi lá e estuprou a ex-namorada do Stipe, usando uma faca pra ameaçar ao mesmo tempo. Fofos os dois, né?

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2. David Simmons – Esta é a típica história do casal que decide tirar fotos picantes, mas a vingança desse cara depois do fim do relacionamento não foi um videozinho ou fotos na internet, ele mandou as fotos em forma de cartões de Natal pra todos os parentes da moça. Imagina que surpresa simpática!

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3. Michael Vinson – Quando a namorada desse cara, que tava grávida, achou que tinha entrado em trabalho de parto, em vez de ajudar a mulher a ir pro hospital, ele deu duas pancadas na cabeça da coitada, roubou dinheiro dela pra ir comprar bebida, desligou o telefone quando ela tentou ligar pra polícia e ainda usou uma faca pra ameçá-la de morte. Uma flor de pessoa. Acabou que era alarme falso e ela não tava parindo, mas mesmo assim, né!

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4. Jacoby Smith – Esse cara deu 10 bordoadas na namorada, que tem os dois braços e as duas pernas amputadas por causa de uma doença infantil, porque a coitada passou de cadeira de rodas na frente da TV enquanto ele tava assitindo algo que, certamente, era MUITO importante. Ele teve coragem de dizer que bateu nela por ‘legítima defesa’… Aham, Cláudia, senta lá…

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5. Duane Lang – Este americano falsificou seu teste de HIV para convencer sua namorada a transar com ele sem camisinha, sendo que na verdade ele sabia que tinha HIV + há muito tempo. Bacana.

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6. Santiago Martinez – O que você faz quando sua namorada atual não quer te ajudar a se livrar do corpo da ex-namorada que você matou? É só matar a namorada atual também! Pois é, esse broder matou duas namoradas em menos de um mês. Eficiência é outra coisa…

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7. Edtition Thompson – Depois de engravidar a filha de 11 anos de sua namorada, o cara fugiu de sua cidade natal e fez sua família simular um enterro pra ele. Desde que foi preso já simulou também um enfarto e uma tentativa de suicídio… Um Oscar, por favor,minha gente!

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8. O Namorado da Jennifer – Bom, terminar namoro já não é lá muito fácil, imagina quando você vira motivo de chacota mundial então! O namorado da Jennifer decidiu terminar usando placas numa das ruas mais movimentas de New South Wales, na Australia, e o pior, sendo engraçadinho. A primeira placa foi bonitinha, pedindo ela em casamento, e em seguida veio uma ‘hahhahah tô zuando, vâmo terminar, você tem uma semana pra sair de casa’. Fofo.

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9. Graydon Smith – Quer coisa melhor do que permissão LEGAL pra espancar sua mulher? Esse espertinho aqui conseguiu isso, obrigando sua mulher a assinar um documento que autorizava ele a espancá-la o quanto quisesse, pra sempre, desde que evitasse sua barriga grávida. Quando a polícia perguntou se ele batia na mulher ele disse que não, mas ele admitiu que o documento existia (o que é uma confissão, de certa forma, né?). Bom, um dia o pai de Smith tentou intervir no meio de um ataque e Smith tentou revidar, o pai acabou chamando a polícia e Smith foi preso finalmente.

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10. Darryl Belk – Ele sempre brigava com a mulher, mas a situação chegou num ponto que tiveram que chamar a polícia e os dois estavam se acusando de violência doméstica tensa – leia-se agressão com martelo. Belk decidiu tomar uma providência e pediu que um amigo chamasse alguém para dar um jeito na esposa, o amigo achou que ia dar problema e acabou chamando a polícia. Aconteceu então que Belk ofereceu, sem saber, US$8000 para um cara do FBI dar um pipoco e apagar a mulher dele. #MEDO

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Informações adicionais:

Fonte: PIX – A notícia foi retirada na íntegra do site da fonte. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo da mesma até em casos de erro de digitação.

Imagem: Ali Johnson



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Ganhadores da promoção do livro “Na minha cadeira ou na tua?” da Juliana Carvalho


A editora Terceiro Nome nos cedeu 2 livros para sorteio: um livro para sorteado entre os comentários da matéria “Lucianas” (novela Viver a vida) da vida real e outro para os seguidores do twitter.

Utilizamos as seguintes ferramentas para sorteio:

Random.org

e….

Sorteie.me

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Os sorteados foram:

1º livro – comentários ) Tatiany

2º livro – twitter ) Thais Turesso



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Lançamento do livro (em SP) “Na minha cadeira ou na tua?”


Hoje, dia 12 de abril, é o lançamento (em SP) do livro “Na minha cadeira ou na tua?” da escritora Juliana Carvalho.

Trecho do livro:

“Já falei que aqui antes os internos não usam roupas íntimas. Passei umas duas semanas sem sutiã. Um crime conta os peitos. Ponto pra gravidade. Uma noite dessas, quero ir passear no ‘quinto dos internos’, e vou pegar autorização com as enfermeiras. Uma delas soltou essa:
- Vai passar um batom, guria! E colocar um sutiã.
- Mas, não pode usar… – falei.
- Eu acho um absurdo isso! Como você é boba, pega escondido.
Passo a noite pensando a respeito do sutiã. Acordo, e vejo na minha grade de atividades que tem basquete. Deus! Jogar basquete sem sutiã! E se confundirem as bolas? Percebo que é o dia certo para pegar meu sutiã no guarda valores. Vou lá. Peço pra dar uma olhada nas minhas coisas. Está tudo lacrado.
- Quer tirar o lacre? Pergunta o solícito funcionário.
Digo um não miúdo e saio com ar de derrota. Mas o que estou fazendo? Sutiãs são ilegais aqui dentro. E se me pegarem? E se me expulsarem? E o basquete? Mira que dilema estoy vivendo. Percebo que estou sem chiquinhas, e lembro que as que eu tinha estão no guarda valores. Yeah! Lá fui eu de novo.
- Moço, eu queria pegar umas chiquinhas (e meu sutiã, é óbvio)
- Tiro o lacre?
- Aham…
Pego o sutiã e enfio embaixo do pijama, me sentindo supertransgressora.”

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Lançamento do livro pela Editora Terceiro Nome:

São Paulo: 12 de abril, 19h, Livraria Cultura – Conjunto Nacional

Belo Horizonte: 15 de abri, 19h, Biblioteca Pública Estadual Luiz Bessa

Porto Alegre: 22 de abril, 19h, Livraria Cultura – Bourboun Shopping Country

Brasília: 27 de abril, 19h, Livraria Cultura – Casapark Shopping Center

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Informações sobre o livro:

Aos dezenove anos, uma doença colocou uma cadeira de rodas no caminho da Juliana Carvalho. Sem esconder os momentos dolorosos e a vontade de desistir, este relato autobiográfico extrai humor e esperança de situações difíceis e expõe a mistura de tragédia e comédia que caracterizam a sua – e a nossa – complexa condição humana.

Na minha cadeira ou na tua? percorre as questões fundamentais do cotidiano dos cadeirantes, com informações sobre inclusão e acessibilidade e casos de lutas enfrentadas e por enfrentar a intercala narrativas sobre a vida da autora antes e depois da lesão muscular. Andes dela, Juliana relembra pensamentos, brincadeiras e a relação ingênua com a família durante a infância e fala sobre a descoberta do amor e do sexo, as festas, a rebeldia e as bebedeiras durante a adolescência. Já adulta, após a grande virada, a readaptação, a convivência com os novos limites, a superação e a percepção de que uma cadeira não modifica o fundamental: o que o ser humano é além do próprio corpo.

Um dos méritos do livro é o bom humor, mas Juliana sobe o tom quando, no último capítulo, se refere à condição de cadeirante na sociedade de hoje: “Podemos ter uma legislação pródiga, mas, na prática, estamos muito aquém do que está no papel. Muito aquém.” E segue exemplificando: “No meu trabalho, o que não é adaptado, eu batalho para ser. Tenho autonomia e grande prazer em tocar o ‘Faça a diferença’, programa exibido na TV Assembléia do Rio Grande do Sul, que aborda temas ligados à inclusão, respeito à diversidade e promoção dos direitos humanos.”

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Informações sobre a escritora:

Juliana Carvalho, 29 anos e cadeirante desde os 19 anos quando teve uma inflamação na medula, publicitária e escritora do livro  autobiográfico “Na minha cadeira ou na tua?” que relata suas dificuldades, lutas, esperanças de situações difíceis, a readaptação, superação e percepção misturando tragédia e comédia que caracterizam a condição humana.

Juliana Carvalho, 29 anos e cadeirante desde os 19 anos quando teve uma inflamação na medula, publicitária e escritora do livro  autobiográfico “Na minha cadeira ou na tua?” que relata suas dificuldades, lutas, esperanças de situações difíceis, a readaptação, superação e percepção misturando tragédia e comédia que caracterizam a condição humana.

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SORTEIO:

O site Diário Sexy está sorteando 2 livros cedidos pela editora Terceiro Nome. Para participar basta acessar AQUI e saiba mais sobre.



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Participe e ganhe o livro “Na minha cadeira ou na tua?”


“Lucianas” (novela Viver a vida) da vida real

Quem não conhece a história da Luciana da novela Viver a Vida?

Resumidamente, Luciana é uma personagem da novela da TV Globo que era uma modelo conceituada e em uma de suas viagens a trabalho teve um acidente de carro ficando tetraplégica. Inicialmente passou por muita dificuldade em aceitar o acontecimento, depois, quando aceitou, terminou uma relação desentendida com o namorado. Luciana no decorrer da novela, faz grandes descobertas e aprende que muitas coisas ela pode fazer sozinha, como se maquiar e comer. Enfim, a novela acaba por retratar toda a dificuldade que os cadeirantes passam com o preconceito e até andar de ônibus. Mas como tudo tem seu lado bom, Luciana descobre começa a se relacionar com outras pessoas que também se tornaram cadeirantes e engaja um namoro com Miguel, o irmão do ex, o que faz de sua vida um lindo conto de fadas, e por isso começa a escrever um blog que acabou se tornando real, contando as histórias que acontecem com a personagem: www.sonhosdeluciana.com.br. Ele segue com a seguinte descrição “Sempre tive o hábito de cultivar diários. Passava horas do meu dia narrando minhas aventuras, romances, sonhos… De um tempo para cá, minha vida mudou inteiramente, sem chance de marcha ré. Sou Luciana Saldanha Ribeiro, carioca, modelo e… cadeirante. Confesso que tenho dificuldade em me auto definir dessa forma, mas fiquei tetraplégica há alguns meses, depois de sofrer um acidente de ônibus numa viagem internacional. Não pretendo fazer desse diário virtual um espaço de lamentação. Quero apenas poder mostrar minha nova forma de encarar a vida, dividir experiências, confissões e sonhos. Aliás, o nome “Sonhos de Luciana” foi idéia da minha irmã Mia, que me ajudará nessa viagem que começa agora. Qual será, afinal, o meu destino nessa história?”.

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Mas e as “Lucianas” da vida real? Por onde elas estão? Quais as dificuldades que elas enfrentam?

Uma delas é a Juliana Carvalho, 29 anos e cadeirante desde os 19 anos quando teve uma inflamação na medula, publicitária e escritora do livro  autobiográfico “Na minha cadeira ou na tua?” que relata suas dificuldades, lutas, esperanças de situações difíceis, a readaptação, superação e percepção misturando tragédia e comédia que caracterizam a condição humana.

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Mais informações sobre Juliana Carvalho:

Apresentadora do programa “Faça a diferença” que promove os direitos humanos e o respeito à diversidade, exibido na TV Assembléia do Rio Grande do Sul. Mantém os blogs “Comédias da vida aleijada” e “Sem barreiras“, do Grupo RBS, que aborda questões sobre acessibilidade e inclusão. Dirigiu o curta metragem “O que os olhos não veem, as pernas não sentem”, premiado pelo Júri Popular do Festival Claro Curtas de Cinema. O livro “Na minha cadeira ou na tua?” é o seu primeiro livro.

Mais informações sobre o livro “Na minha cadeira ou na tua?”:

Aos dezenove anos, uma doença colocou uma cadeira de rodas no caminho da Juliana Carvalho. Sem esconder os momentos dolorosos e a vontade de desistir, este relato autobiográfico extrai humor e esperança de situações difíceis e expõe a mistura de tragédia e comédia que caracterizam a sua – e a nossa – complexa condição humana.

Na minha cadeira ou na tua? percorre as questões fundamentais do cotidiano dos cadeirantes, com informações sobre inclusão e acessibilidade e casos de lutas enfrentadas e por enfrentar a intercala narrativas sobre a vida da autora antes e depois da lesão muscular. Andes dela, Juliana relembra pensamentos, brincadeiras e a relação ingênua com a família durante a infância e fala sobre a descoberta do amor e do sexo, as festas, a rebeldia e as bebedeiras durante a adolescência. Já adulta, após a grande virada, a readaptação, a convivência com os novos limites, a superação e a percepção de que uma cadeira não modifica o fundamental: o que o ser humano é além do próprio corpo.

Um dos méritos do livro é o bom humor, mas Juliana sobe o tom quando, no último capítulo, se refere à condição de cadeirante na sociedade de hoje: “Podemos ter uma legislação pródiga, mas, na prática, estamos muito aquém do que está no papel. Muito aquém.” E segue exemplificando: “No meu trabalho, o que não é adaptado, eu batalho para ser. Tenho autonomia e grande prazer em tocar o ‘Faça a diferença’, programa exibido na TV Assembléia do Rio Grande do Sul, que aborda temas ligados à inclusão, respeito à diversidade e promoção dos direitos humanos.”

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Trecho do capítulo “Pernas para que te quero”:

“Já falei que aqui antes os internos não usam roupas íntimas. Passei umas duas semanas sem sutiã. Um crime conta os peitos. Ponto pra gravidade. Uma noite dessas, quero ir passear no ‘quinto dos internos’, e vou pegar autorização com as enfermeiras. Uma delas soltou essa:
- Vai passar um batom, guria! E colocar um sutiã.
- Mas, não pode usar… – falei.
- Eu acho um absurdo isso! Como você é boba, pega escondido.
Passo a noite pensando a respeito do sutiã. Acordo, e vejo na minha grade de atividades que tem basquete. Deus! Jogar basquete sem sutiã! E se confundirem as bolas? Percebo que é o dia certo para pegar meu sutiã no guarda valores. Vou lá. Peço pra dar uma olhada nas minhas coisas. Está tudo lacrado.
- Quer tirar o lacre? Pergunta o solícito funcionário.
Digo um não miúdo e saio com ar de derrota. Mas o que estou fazendo? Sutiãs são ilegais aqui dentro. E se me pegarem? E se me expulsarem? E o basquete? Mira que dilema estoy vivendo. Percebo que estou sem chiquinhas, e lembro que as que eu tinha estão no guarda valores. Yeah! Lá fui eu de novo.
- Moço, eu queria pegar umas chiquinhas (e meu sutiã, é óbvio)
- Tiro o lacre?
- Aham…
Pego o sutiã e enfio embaixo do pijama, me sentindo supertransgressora.”

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Lançamento do livro:

Rio de Janeiro: 8 de abril, 19h, Livraria da Travessa – Shopping Leblon

São Paulo: 12 de abril, 19h, Livraria Cultura – Conjunto Nacional

Belo Horizonte: 15 de abri, 19h, Biblioteca Pública Estadual Luiz Bessa

Porto Alegre: 22 de abril, 19h, Livraria Cultura – Bourboun Shopping Country

Brasília: 27 de abril, 19h, Livraria Cultura – Casapark Shopping Center

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SORTEIO:

A Juliana Carvalho e a editora Terceiro Nome nos cederam como brinde, dois livros. E o melhor, vai vir autografado pela Jú :)

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Como participar:

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—> Quem tem Twitter:

1º) Seguir o @diariosexy no Twitter

2º) Twittar a seguinte frase “Quero esse livro http://migre.me/uMmG que o @diariosexy está sorteando

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—> Quem não tem Twitter:

Comentar nesse post (com email válido)

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Regras:

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Sorteio do livro “Na minha cadeira ou na tua?” da Juliana Carvalho.

Começa dia 8 de abril (lançamento no Rio de Janeiro) e termina dia 12 de abril  (lançamento em São Paulo) com o resultado dia 13.

Os participantes do Twitter devem seguir o @diariosexy e twittar a frase “Quero esse livro http://migre.me/uMmG que o @diariosexy está sorteando”, para quem não utiliza esse serviço basta comentar nesse post do livro (com um email válido para que possamos entrar em contat).

O sorteio será realizado com o Sorteie.me para quem utilizar o Twitter.



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